O conteúdo deste blog é de discernimentos, segundo a liberdade que me é assegurada pela Lei e pela Graça, e segundo a minha própria consciência diante do Pai.
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domingo, 25 de abril de 2010
Jó. A conspiração entre deus e o diabo.
Até o momento em que eu acreditava ainda na possibilidade do Javé ser o verdadeiro Deus, pai de Jesus, supostamente ETERNO, eu conseguia ver no livro de Jó uma grande parábola, em que o personagem principal representava não um, mas vários personagens em momentos diferentes da história que corresponderia um tempo antes da queda, em que o Jó seria uma alegoria ao próprio Adão mosaico.
Em momentos da história ele se confunde com o Caim e em momentos ele se confunde com o próprio Cristo bíblico, tal a riqueza da narrativa, eis que no conto muitíssimo bem articulado, essa criatura é restaurada.
Como eu cria na restauração do Adão e na restauração do Caim, discernia o Abel como o fator de restauração do Adão e o Jesus Cristo bíblico como fator de restauração do Caim, ambos vítimas da mesma criatura, a saber, aquele que mata o "Justo", o "Pastor", a "Rocha". simbolizados pelo "Cordeiro Eterno", minhas leituras de Jó tendiam a apontar para uma grande e completa alegoria.
Tendo discernido nestes últimos dias (mais ou menos dois meses), a verdadeira natureza do Javé, e do Moisés as coisas ficaram mais claras. Terrívelmente claras (para quem não via nada), a ponto de perceber a malícia do grande contador de histórias do universo.
Sim, quem conta a história de Jó só pode ser um: O filho do diabo, Caim, a saber, Moisés que é seu grande pseudônimo e que em alguns casos é convenientemente um anônimo, como no caso de "Hebreus".
A tarefa dele, é enganar, contar fatos maliciosamente, tornar heróis os bandidos, e como em qualquer filme, caro ou barato de Hollywood, demonstrar por enigma que o Mocinho é o verdadeiro bandido, pois ele, de alguma forma, se jacta de ser o bandido.
Há prazer nele em revelar por enigmas a sua identidade da qual ele deve se orgulhar muito....
Uél... tendo dito isto, devo dizer que tenho que repensar esse discernimento acerca do Jó.
Não foi apenas o Adão que "caiu".
Tem o Lúcifer... tem a primeira mulher do Adão que fugiu com o Lúcifer, a saber a Lilith, muito bem escondida e sonegada pelo Moisés.
Quem sabe estes dois não figuram os personagens centrais de Jó?
Os filhos mortos... conferem com os filhos mortos da Lilith, conferem com os filhos mortos do "principal assessor do rei" o tal Hamã, no conto de Ester.
Aliás, esse conto de Ester, mostra a mesma relação dessa suposta luta entre deus e o diabo.
Ester 3:11 E disse o rei a Hamã: Essa prata te é dada como também esse povo, para fazeres dele o que bem parecer aos teus olhos.
Os Judeus ali representados, tem referência com o Caim, jurados de morte, mortos e dizimados como os filhos de Jó.
Uél... até onde consigo escrever pensando e pensar escrevendo, continuo a ver no livro de Jó uma grande parábola e um grande enigma diante dos nossos olhos.
O que muda apenas é que eu estava me esquecendo que antes do Adão, quem caiu foi o Lúcifer, e aí a história muda de prisma.
E a pregação não só justifica o caído, mas o coloca como o grande super-herói.
Ora, sabemos todos que o grande super-herói deste mundo é o dono do ouro e da prata tão desejados por este mundo evangélico, a saber: o anticristo
Através do anticristo, filho da perdição e do perdido esse casal maligno, o principal caído, pretende se entronizar e realizar o seu grande e genial sonho. The Dream.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Seguir a Cristo ou as Escrituras? (entrevista...)

Editado em 20/02/2013
Hoje o que as Escrituras representam para você?
A visão que a Bíblia é a Palavra de Deus, é aceita por você de forma literal?
É possível seguir a Cristo e as Escrituras?
A visão que a Bíblia é a Palavra de Deus, é aceita por você de forma literal?
É possível seguir a Cristo e as Escrituras?
As escrituras e não apenas as 66 escrituras canonizadas ao belprazer de exegetas são inspiradas.
Muito inspiradas.
Muitíssimo inspiradas.
Por demais inspiradas.
Incrivelmente inspiradas.
Há uma mensagem que perpassa as escrituras. Ela aponta para o deus humano, que toma o poder, assume o poder, pisoteia a terra, domina a matéria e o universo material e relativo.
Ora, eu pensava que isto era Divino. Maravilhosamente Divino. Fantasticamente Divino.
Mas, desgraçadamente, é o ladrão que perverte a boa nova e passa a entronizar a velha má. Colocou as escrituras no papel principal, e esta virou o ídolo em cuja "boca" a condenação é sacramentada sobre uma humanidade incapaz de qualquer discernimento.
Eu pensava, como muitos, que a Palavra de Deus, só havia uma: se chamava Jesus, e Bíblia era o nome de blasfêmia dado pelo homem à Besta. Dizia isto porque já não me restavam dúvidas a respeito. Dizia em sinceridade e perplexidade, conforme meu pensamento avançava em busca da verdade.
Hoje, percebo que esse era o objetivo do engano. Quem escapasse do engano do velho testamento, acabaria aceitando o engano do novo. A existência de um anticristo apenas dá credibilidade ao Cristo judaico.
O anticristo vem com a Bíblia na mão, pode ter certeza. Vem com o Novo Testamento e a neo-linguagem light gospel de um Jesus esotérico-germânico, avatar iluminado, mestre ascensionado.
O que a humanidade bibliotizada não discerne é a existência do antideus. O próprio Cristo que herda o trono do seu pai Jeová e se assenhoreia da terra cheio de ira e maldição, que é o contrário do Jesus mitológico e bonzinho adorado por toda a religião Cristã.
É impossível a um Cristão seguir o Cristo bíblico e as escrituras judaicas. Como esse Jesus bíblico não sobrevive sem escritura e sem condenação, qualquer que creia nele já está condenado porquanto não acredita na salvação gratuita e absoluta. Pela escritura ninguém se salva.
Qual o engano?
Atribuir ao deus humano e à doutrina da sanguinolência do deus judeu a GRAÇA ABSOLUTA do DEUS ABSOLUTO, que verdadeiramente perdoa os que não sabem o que fazem.
O falso deus, na hora H, pede ao pai para perdoar. O pai, sabemos pela escritura, jamais perdoa: exige sangue.
Hoje, percebo que esse era o objetivo do engano. Quem escapasse do engano do velho testamento, acabaria aceitando o engano do novo. A existência de um anticristo apenas dá credibilidade ao Cristo judaico.
O anticristo vem com a Bíblia na mão, pode ter certeza. Vem com o Novo Testamento e a neo-linguagem light gospel de um Jesus esotérico-germânico, avatar iluminado, mestre ascensionado.
O que a humanidade bibliotizada não discerne é a existência do antideus. O próprio Cristo que herda o trono do seu pai Jeová e se assenhoreia da terra cheio de ira e maldição, que é o contrário do Jesus mitológico e bonzinho adorado por toda a religião Cristã.
É impossível a um Cristão seguir o Cristo bíblico e as escrituras judaicas. Como esse Jesus bíblico não sobrevive sem escritura e sem condenação, qualquer que creia nele já está condenado porquanto não acredita na salvação gratuita e absoluta. Pela escritura ninguém se salva.
Qual o engano?
Atribuir ao deus humano e à doutrina da sanguinolência do deus judeu a GRAÇA ABSOLUTA do DEUS ABSOLUTO, que verdadeiramente perdoa os que não sabem o que fazem.
O falso deus, na hora H, pede ao pai para perdoar. O pai, sabemos pela escritura, jamais perdoa: exige sangue.
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