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sábado, 15 de maio de 2010

Ronald Loma é intolerante com a Bíblia?


Prezado Loma, não compreendo esta sua intolerância a bíblia!

Ela é quem nos dá inicialmente informações básicas a respeito das coisas espirituais, e nela mesma é onde encontramos referências da pessoa de Jesus, e isto no V.T e no N.T.

Posto que ela forneça inicialmente a ideia de Jesus para um PIGMEU, se não fosse lendo-a e praticando o que ela indica para nos aproximarmos da aproximação de Deus, de que maneira que o PIGMEU poderia testemunhar Jesus?

Quem Lho revelou a ti?
Estou questionando numa boa, sem sarcasmo. Estou incafifado com isso a tempos.

abraços.




Amado.
Experimente convencer um Islâmico de que o problema é o Alcorão. Que o Alcorão não é a verdade. Que DEUS não é o Alá sanguinário.
Tal é a minha dificuldade.

Não pense que foi fácil para mim, criado aos pés de "Gamaliel" discernir estas coisas.

Mas quando se quer saber a verdade, creio que é possível.
Não é uma questão a de revelação, mas de discernimento, embora o termo revelação suponha o que realmente acontece, ou seja, observar algo que está velado, oculto.
O termo revelação no entanto, é desgastado por ser abusado no sentido de ser atribuído a alguma entidade divina ou espiritual.

Então prefiro chamar a mim a responsabilidade pelo discernimento ou entendimento.

Tua pergunta merece uma resposta dedicada, pois é a grande pergunta que necessita de resposta pois é pertinente e vital para quem deseja discernir por si mesmo, ou seja: obter revelação.


Ela é quem nos dá inicialmente informações básicas a respeito das coisas espirituais,





Esse é o problema da bíblia.
A tal informação básica.


Qualquer informação ou pregação que se dê sobre Deus a partir da informação básica contida na Torá, leva à perversão do EVANGELHO e da OBRA perfeita e absoluta realizada no tempo e fora do tempo por aquele que é Absoluto e para o qual não há tempo.

Por essas "informações" básicas, a des-informação ou engano foi semeado por aquele que mente desde o princípio e se faz passar por Deus e se auto-atribui o título de Senhor e cuja testemunha sem testemunhas é o tal Moisés... que de Moisés não tem nada, mas de Caim tem tudo.

Por ele esse "deus" é revelado (hehehe) . Ora esse "deus" se revela pelo filho dele mesmo que é esse tal de Moisés. O outro filho é  Jesus.

De onde eu tirei isso?

Da lógica, do discernimento e do desejo de não ser mais enganado.

Ora, se Jesus fosse a  VERDADE, então Moisés seria  o quê?

Essa pergunta você mesmo deve fazer e responder por si mesmo, pois se for perguntar para o "enrustido" anônimo autor de Hebreus, a resposta é essa mesmo que você acredita ser a verdade.


Quando finalmente você quiser saber o que é a VERDADE, você vai ler em algum evangelho que Jesus teria dito que o templo de Salomão era a casa do pai dele.

Ora você sabe, por saber, ou por estar escrito, que Deus não habita em habitação humana, logo, discernindo e sabendo em teu próprio espírito quem é DEUS, saberá que aquilo não é casa dele. Um templo cheio de ouro conseguido às custas de muito imposto e jugos linkados literalmente ao 666.

Então você saberá que não importa quem tenha dito ou escrito ou canonizado a escritura saberá que ela mente. Mente quando afirma ser aquela casa a casa do verdadeiro DEUS. Não mente quando afirma que aquela casa forrada de prata e ouro é verdadeiramente a casa do pai de Jesus, que é ninguém mais e ninguém menos o cara que  dá todos os reinos deste mundo ao "espírito despertado" do Ciro, a saber, o diabo, cuja promessa é cumprida e registrada nesse episódio.

Começará a perceber a diferença entre a mentira e a verdade.

Se você for honesto consigo mesmo, saberá que o cobrador de impostos não é DEUS, mas o diabo.

Saberá que o acusador é o diabo, e saberá que Deus não acusa o Adão e não acusa o Caim.

Saberá que a voz que acusa é sempre a voz do diabo.

Então, se você estiver disposto a ouvir a voz de DEUS, saberá que DEUS não prega arrependimento nem culpa nem condenação, nem impostos, nem dízimos nem barganhas.

Saberá que ele verdadeiramente perdoa o que tiver que ser perdoado.

Quanto ao pigmeu, é a mesma coisa do islâmico.
DEUS já resolveu o problema do pigmeu.
Da mesma forma Deus já resolveu o problema do islâmico, do judeu e do cristão que promove uma mistura iníqua de VT e NT canonizada pelos mais iníquos e perversos religiosos.

Por essa maligna mistura de oráculos é que as religiões evangélicas prosperam e afastam cada vez mais os incautos cegos da verdade.

Bem profetiza o profeta que diz: como crerão se não há quem pregue?

Não há quem pregue.

Mas o EVANGELHO ETERNO é o perdão que em um tempo que se chama eternidade, para o qual entramos todos no momento do nosso batismo com água, a saber a morte física.

Onde eu aprendi isto?
Com ninguém. Apenas vou discernindo à medida que escrevo e que ouço e que me pergunto:
porquê, porquê, porquê.

Fazes bem,... perguntar porquê.

A escritura é o mel.

Doce ao paladar.

Ela é cheia de condenação.

Condenação vende. Tem mercado.
Toda a religião vive e se sustenta dela.
A tal pregação de arrependimento.

Arrependei-vos... o papinho do João Batista. O comedor de mel.

A Graça não vende, pois é de graça.

Não há como vender a graça.
Não tem mercado.

Igreja que pregar a graça, quebra.

Por essa razão eu não posso fundar igreja, e olhem que tentação do diabo não me faltou no passado.

Hoje discernindo a coisa , não me passa pela cabeça.
 
Como se livrar do jugo das escrituras?

Para aqueles que só conseguem pensar a partir de dados escriturísticos, um dos caminhos é identificar as incongruências, as aberrações, as meias verdades, as contradições. Nenhuma dessas características pode vir do Deus verdadeiro que todos acreditamos.

Outra característica absolutamente incompatível com o Deus que todos acreditamos é o ocultismo.

A linguagem ocultista, velada, secreta, é uma característica em todas as escrituras, e disto nem o evangelho atribuído a João escapa.

Então, resta observar as escrituras com olhos de detetive, e verificar nelas mesmas as mentiras , contradições enganos.

Há que se observar as motivações daquele que inspira e daquele que põe no papel a letra morta.
Há hum personagem que “dita” a escritura e outro que escreve. Uma fórmula conhecida no meio espírita como psicografia.

Os receptores da psicografia são os chamados profetas que sob o testemunho de um anônimo no passado se tornavam porta-vozes de “deus”.

Como derrubar essa mentira para o seguidor da escritura?

Muito simples, o próprio autor anônimo que afirma isso, faz uma nova versão, pela qual “hoje” o  Deus se revela pelo filho.

O que esse anônimo perverso não diz, é que esse filho, sendo o verdadeiro, seria ETERNO, e para ele não haveria passado nem futuro, portanto o Verdadeiro Deus não se revelou no passado por profeta nenhum, e possivelmente não tenha se revelado por filho nenhum posto que não necessita de filho nem de sangue para restaurar todas as coisas.

Mas possivelmente esse anônimo autor do livro de Hebreus não minta, se considerarmos que ele não está falando do verdadeiro, mas do falso filho e do falso deus.

Aí sim,  a afirmativa é verdadeira: o falso deus no passado se revelou por profetas. Hoje fala pelo falso filho, a saber: o antideus, aquele que condena, que um dia volta cheio de maldição na voz, vingança e ira. A tal ira do cordeiro.

sábado, 1 de maio de 2010

Mateus, o legalista "convertido"




Seria Mateus o mais legalista dos evangelistas?

Seria porque ele é o próprio "cobrador de impostos" "convertido"?

Quando a ficha cai, certas coisas passam a doer no ouvido...

Quando as pessoas dizem: "Jesus diz em Mateus" ... é de cravar... o cara de novo na cruz.

Já que o assunto é julgamento, julguemos a questão:

Esse assunto de "conversão" é uma mentira do diabo.

Como o cristão jamais discerniu o EVANGELHO (por causa da bíblia), todo o convertido é um novo-fariseu. Novo fariseu é o mesmo que novo diabo, eis que no meu entendimento, o fariseu sempre é uma figura do diabo,cobrador de impostos, a saber: o acusador com o livro na mão.

Este presume-se salvo, ou ainda, tem certeza da salvação por conta de uma fé que tem certeza da condenação eterna para aquele que não tem a mesma fé ou o mesmo entendimento.

Um caso:

Estes dias morreu assassinado o parente de um conhecido. Este conhecido, é um cara "crente", músico, zeloso da lei, mau funcionário, mentiroso como todo homem. Um cara normal para os padrões evangélicos.

Pois a morte, suspeita por sua natureza, causou comoção e pavor na comunidade evangélica à qual o rapaz estava vinculado.

Tal vinculação, no caso de uma igreja tradicional que inclui batismo e rol de membros, seria negada terminantemente, pois a vítima já teria sido expulsa ou excluída do rol de membros pelos acusadores e legalistas imbuídos da tarefa de manter "limpo" o rebanho.

Não creio que tenha sido esse o caso, e não interessa.

O fato é que eu perguntei ao amigo "crente de carteirinha".

E aí... o cara foi pro inferno ou foi pro céu.

A resposta incrédula e farisaica que ouvi foi.... Só pela graça... por que ele não estava firrrrme...


Aí o des-graçado, algumas horas mais tarde, foi demitido por fraude no trabalho.


De onde eu concluo, só pela GRAÇA mesmo.

Mas o assunto aqui é questionar o testemunho desse evangelista.

"Casualmente", o sermão do monte, deixa o Moisés no chinelo em termos de rigor comportamental.

Os detalhes acerca do nascimento de Jesus e sua filiação e genealogia terrena, corroborados por dois outros evangelistas que não são a testemunha fiel se encarregam de congelar num passado "histórico" aquele que em tese, seria  eterno.

É interessante notar que João não conta nada disso. João conta uma História em macro, onde certos personagens são confrontados por Jesus, e com e para os quais Jesus realiza sua obra. Se observarmos atentamente, o relato de João parece cobrir a trajetória inteira desta humanidade, culminando com a suposta redenção.

Bibliólogos tentam separar as figuras do João Evangelista e do João, autor do Apocalipse. Como saber?

Mas como o peixe morre pela boca, o mentiroso também morre por ela.

Ao final, a mentira aparece e a verdade prevalece.

Vejamos:
A propósito do Mateus e seu "pai nosso",
veja a perversão que esse sujeito faz.

Segundo ele Jesus mandou orar assim. Pedir o pão físico, material. O mesmo pão que o diabo ofereceu a Jesus. Estaria ele mentindo?

Em seguida ele aplica um golpe fatal na humanidade. Exige que o homem peça para ser perdoado na medida em que ele mesmo perdoa aos seus devedores.

Isto, obviamente, lhe é impossível.

Esta oração do Pai Nosso é a mais condenatória que existe.

Por que será que Jesus teria mandado orar isso? Seria ele, na verdade, o próprio enganador?
Aquele que se faz passar por Deus?

Lamento informar, mas isto é dolorido.

Mateus é mais um mentiroso se fazendo passar por testemunha fiel.

Sutil o des-graçado.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Igreja com Propósitos

Igreja com Propósitos

Tenho observado o movimento Igreja com propósitos de Rick Warren e até tenho o livro pois alguns amigos Batistas tentaram me envolver nas primeiras lições do movimento que se chamavam 40 dias com propósitos, ou qualquer coisa parecida.

Como àquela época eu já tinha alguma quilometragem, zanzando por denominações do tipo: Universal, RR, Renascer e outras, aquilo me pareceu apenas uma tentativa Batista de copiar técnicas de crescimento e estratégias de marketing dessas denominações que crescem como mato.

Fui a duas ou três reuniões apenas.

Depois vi a mesma estratégia sendo aplicada com outro nome dentro da igreja Adventista.

Vejo agora, com auxílio da internet, que o movimento é mais amplo e profundamente mais decidido a instalar em Igrejas de cunho tradicional e independente, algo que não lhes é muito peculiar, que é uma liderança corporativa externa,a saber: o poder centralizado.

Vejo autores mundialmente famosos, extrapolando as questiúnculas denominacionais e adquirindo unanimidade.

Folheio as páginas desses autores e vejo que é tudo lixo recheado de abobrinhas bacanas que os índios tupiniquins adoram trocar por seus baixos salários.

Milhões e milhões de dólares vão parar nos bolsos de tais autores abobraicos. A variedade servida é imensa. Tenho visto pessoas se vangloriarem de ter lido dezenas e centenas de livros evangélicos e religiosos.

Pois eu lhes digo que quanto mais livros leram piores se tornaram.

Tem abobrinha servida de todo o tipo. Em todas elas o farisaísmo é o tempero preferido. Uns mais explícitos e outros menos.

Fazem sucesso alguns autores que combatem o farisaísmo e a religiosidade. Tais autores nem ao menos discernem o que seja religiosidade.

Quando frequentei a Renascer em Cristo nos idos 2000 um prato servido com grande gosto pelo "Apóstolo" era a venda da não-religiosidade. Pasmem.

Ora, aquilo, bem como todos os cardápios denominacionais é feito na sua essência de religiosidade doentia e escravagista.

Não há quem pregue a liberdade em Cristo, pois se pregarem, terão que fechar as portas de suas igrejas.

Tenho frequentado fóruns de debate na internet. Meu objetivo não é fazer discípulos ou seguidores, pois estes seriam os últimos lugares a se tentar fazer algum discípulo.

Embora tenha feito meus desafios i para que se abandone a Babilônia, não tenho a menor presunção de que alguém venha a fazê-lo. Pelo menos nos sites fundamentalistas e denominacionais

Estou apenas tentando aprimorar o discernimento sobre a religiosidade vigente no meio "evangélico" para que se um dia tiver que anunciar o Reino, não repita os mesmos erros e caia nas mesmas armadilhas.

Portanto não se assustem pensando que vou criar algum tipo de igreja ou seita ou denominação para lhes fazer concorrência, pois já percebi que tais instituições servem mais ao diabo do que a Deus.

Da mesma forma que os poderes econômicos e políticos vão sendo organizados em blocos, os poderes religiosos vão sendo também sendo discreta e disfarçadamente organizados da mesma forma. Tudo isso faz parte de uma manobra muito bem arquitetada.

O fundamentalismo "cristão" e "islãmico" já percebeu a manobra e faz tempo que está gritando e esperneando.

Pois eu vos afirmo aqui que poucos há nesta terra, que anunciem a liberdade em Cristo ou qualquer outra liberdade.

Tanto o fundamentalismo como as perversões soft-light-neo evangélicas tem grande pavor da liberdade em Cristo, pois reconhecer a obra de redenção total e absoluta proporcionada pelo Sangue lhes retira o "poder e o dever" de aplicá-la em troca de dízimos e ofertas sem as quais é impossível a qualquer deles fazer a "obra".


Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.