sábado, 8 de maio de 2010

A Base do Cristianismo é Mosaica




Mosaicismo

O fundamento do "cristianismo" é mosaico.

Os pressupostos são mosaicos.

As bases são mosaicas.

As informações são mosaicas.


Moisés é a rocha do cristianismo.

Pedro é a rocha do cristianismo.

Discirno estes dois como a mesma pessoa, ou o mesmo espírito.


Isto é uma des-graça inominável, que perverte o EVANGELHO.

Por esta razão, todo o crente crê na condenação eterna, que é em si mesma, um atestado de fracasso da obra de redenção.

Não adianta querer procurar na bíblia uma exegese ou prova de que não é assim.

A bíblia prega a condenação, e ai daquele que não entender que há condenação. Já está condenado.

Logo, a bíblia é o falso evangelho, pregado pelo falso deus, anunciando um cristo fracassado.

Quando os crentes discernirão que servem e serviram o próprio diabo?

Estamos falando de fundamentos
Eu, pelo menos, não estou falando de pecados.

Gente.. Pecador peca porque é pecador.

Cego não vê porque é cego.

Coxo não anda porque é coxo.

O filho da puta não tem culpa de ser filho da puta.

Refiro-me ao Caim e ao que ele representa em alegoria.

Farisaísmo é imputar culpas e comportamentos a quem não tem culpa de sua natureza.

Farisaísmo é satanismo, em última análise.

...cheio nas igrejas ditas cristãs.

E por essas e outras bilhões de homens já "queimam no inferno".


Moisés, o falso profeta, é a base do cristianismo.

Não conheceram a DEUS.

Conheceram o falso Deus, aquele que no fim das contas, condena.
Se...
. (condicional) meu povo... (Israel) que mor mim se chama. (Aquele que luta com DEUS e prevalece) .. com fé se humilhar...
Se..
. prostrado me adorares...

O povo filho do diabo, filho do Caim, com a marca no corpo. Que luta com "Deus" e o mata.

Esse é o deus do atual "cristão".

Fiquem de olho na marca do diabo. A palavrinha "Se".

sábado, 1 de maio de 2010

Mateus, o legalista "convertido"




Seria Mateus o mais legalista dos evangelistas?

Seria porque ele é o próprio "cobrador de impostos" "convertido"?

Quando a ficha cai, certas coisas passam a doer no ouvido...

Quando as pessoas dizem: "Jesus diz em Mateus" ... é de cravar... o cara de novo na cruz.

Já que o assunto é julgamento, julguemos a questão:

Esse assunto de "conversão" é uma mentira do diabo.

Como o cristão jamais discerniu o EVANGELHO (por causa da bíblia), todo o convertido é um novo-fariseu. Novo fariseu é o mesmo que novo diabo, eis que no meu entendimento, o fariseu sempre é uma figura do diabo,cobrador de impostos, a saber: o acusador com o livro na mão.

Este presume-se salvo, ou ainda, tem certeza da salvação por conta de uma fé que tem certeza da condenação eterna para aquele que não tem a mesma fé ou o mesmo entendimento.

Um caso:

Estes dias morreu assassinado o parente de um conhecido. Este conhecido, é um cara "crente", músico, zeloso da lei, mau funcionário, mentiroso como todo homem. Um cara normal para os padrões evangélicos.

Pois a morte, suspeita por sua natureza, causou comoção e pavor na comunidade evangélica à qual o rapaz estava vinculado.

Tal vinculação, no caso de uma igreja tradicional que inclui batismo e rol de membros, seria negada terminantemente, pois a vítima já teria sido expulsa ou excluída do rol de membros pelos acusadores e legalistas imbuídos da tarefa de manter "limpo" o rebanho.

Não creio que tenha sido esse o caso, e não interessa.

O fato é que eu perguntei ao amigo "crente de carteirinha".

E aí... o cara foi pro inferno ou foi pro céu.

A resposta incrédula e farisaica que ouvi foi.... Só pela graça... por que ele não estava firrrrme...


Aí o des-graçado, algumas horas mais tarde, foi demitido por fraude no trabalho.


De onde eu concluo, só pela GRAÇA mesmo.

Mas o assunto aqui é questionar o testemunho desse evangelista.

"Casualmente", o sermão do monte, deixa o Moisés no chinelo em termos de rigor comportamental.

Os detalhes acerca do nascimento de Jesus e sua filiação e genealogia terrena, corroborados por dois outros evangelistas que não são a testemunha fiel se encarregam de congelar num passado "histórico" aquele que em tese, seria  eterno.

É interessante notar que João não conta nada disso. João conta uma História em macro, onde certos personagens são confrontados por Jesus, e com e para os quais Jesus realiza sua obra. Se observarmos atentamente, o relato de João parece cobrir a trajetória inteira desta humanidade, culminando com a suposta redenção.

Bibliólogos tentam separar as figuras do João Evangelista e do João, autor do Apocalipse. Como saber?

Mas como o peixe morre pela boca, o mentiroso também morre por ela.

Ao final, a mentira aparece e a verdade prevalece.

Vejamos:
A propósito do Mateus e seu "pai nosso",
veja a perversão que esse sujeito faz.

Segundo ele Jesus mandou orar assim. Pedir o pão físico, material. O mesmo pão que o diabo ofereceu a Jesus. Estaria ele mentindo?

Em seguida ele aplica um golpe fatal na humanidade. Exige que o homem peça para ser perdoado na medida em que ele mesmo perdoa aos seus devedores.

Isto, obviamente, lhe é impossível.

Esta oração do Pai Nosso é a mais condenatória que existe.

Por que será que Jesus teria mandado orar isso? Seria ele, na verdade, o próprio enganador?
Aquele que se faz passar por Deus?

Lamento informar, mas isto é dolorido.

Mateus é mais um mentiroso se fazendo passar por testemunha fiel.

Sutil o des-graçado.

Fé Mensagem Luciferiana



Sem fé é impossível ser facilmente enganado


"Tenho percebido ultimamente uma tremenda fonte de engano na pregação da fé como qualidade ou qualificação para se agradar a Deus.
Não que a assertiva não tenha seu lado verdadeiro, pois a fé parece ter efeitos indiscutíveis em qualquer que seja a religião ou crença.

A mentira e engano está em outro ponto.
Está na suposta divindade do deus que exige fé para se agradar do humano.

Todo o ensino judaizado e judaico da fé "cristã", enaltece a capacidade humana e principalmente judaica de ter fé, principalmente a fé cega (das coisas que não se vêem como prega Luther)

Essa "capacidade" está retratada nos heróis evangélicos, a saber: Abraão, Isaque, Jacó e principalmente o Moisés que é um cara que se coloca como o grande herói que fala com e por Deus.

Já vi autor argumentar que tem medo daqueles que se atrevem a falar por Deus e a colocar coisas na boca de Deus.
Pois o Moisés é de entre todos, o pior.

Nós, crentes da graça, bem como os judaizados crentes da des-graça relevamos as malignidades e a ficha criminal do Moisés, acreditando piamente nos seus contos e versões, tanto da história do princípio como do papel dele de interlocutor de Deus.

Toda a cristandade conhecida caiu como um patinho no conto do Moisés e o tem como a base do Cristo e do cristianismo.

Esquecem que a base da Redenção não é Moisés, sua lei e suas versões pelas quais Deus é o culpado pela malignidade e sanguinolência do Judeu que manda matar os seus inimigos .

Percebo que alguns crentes discernem a graça, mas não discernem o des-graçado.

Faz pouco que em meio a debates virtuais, nos quais eu denunciava a bibliolatria e versiculatria, me caiu (como uma clava), a ficha de que o Moisés é mentiroso.

Mente descaradamente e maliciosamente se colocando como mocinho na história, mas deixando pistas acintosas acerca de sua natureza, origem e missão, a saber: o cara que fere a Rocha, o cara que é sanguinário, assassino, quebra a Lei, o cara criado pela rainha má e pelo faraó que discirno como uma alegoria ao diabo.

O crente doutrinado pelo Moisés não discerne a mulher maligna. Não discerne a "Figueira" de onde sai o mau fruto que vocês  sabem o que é, e quem é.

Mas a mulher, ainda que sua estátua se eleve sobre Manhatan, não é vista, percebida ou discernida pela cristandade cegada pelo Moisés, sua torá e seus seguidores judaizados.

Pois saibam, que a linguagem ocultista da bíblia deixa, na linha e na entrelinha, o fato de que o traidor (Judas)  havia sido substituído.
Literalmente substituído, pois quem o substituiu não foi o JUSTO, mas o ... outro...

Ele permanece até hoje dentro dos arraiais evangélicos bibliânicos e judaizados.
Ele se instalou malignamente dentro do Novo Testamento.

Querem saber quem é o anônimo autor de escrituras?
É só procurar os caras que defendem, endeuzam e canonizam os "Heróis da fé" que tem sustentado e sido o carro chefe das pregações evangélicas..
São sempre dois os comparsas anônimos. O Lúcius e o filho dele. Um inspira, o outro fala. Um dita, o outro escreve em grandes letras.

É assustador, terrível, chocante e impublicável o que estou falando.
Ai daquele que ousa se levantar contra o ídolo evangélico: aquele que fala por Deus... e é chamado de Palavra de Deus. Maior pecado ainda é se levantar contra o "Saulo", disfarçado de Paulo, o mestre da confusão, o iluminado, o caído, o cara que acusa a humanidade de mentirosa, o velho acusador, o cara que amaldiçoa, o cara que se institui apóstolo de Jesus e toma de assalto a liderança da nova religião. Esse cara afirma na cara dura que não diz a verdade porque o diabo não deixa.
Se Deus não é homem para mentir ou se arrepender, significa que homem mente e se arrepende.

Alguém mente.


domingo, 25 de abril de 2010

Jó. A conspiração entre deus e o diabo.



Até o momento em que eu acreditava ainda na possibilidade do Javé ser o verdadeiro Deus, pai de Jesus, supostamente ETERNO, eu conseguia ver no livro de Jó uma grande parábola, em que o personagem principal representava não um, mas vários personagens em momentos diferentes da história que corresponderia um tempo antes da queda, em que o Jó seria uma alegoria ao próprio Adão mosaico.

Em momentos da história ele se confunde com o Caim e em momentos ele se confunde com o próprio Cristo bíblico, tal a riqueza da narrativa, eis que no conto muitíssimo bem articulado, essa criatura é restaurada.

Como eu cria na restauração do Adão e na restauração do Caim, discernia o Abel como o fator de restauração do Adão e o Jesus Cristo bíblico como fator de restauração do Caim, ambos vítimas da mesma criatura, a saber, aquele que mata o "Justo", o "Pastor", a "Rocha". simbolizados pelo "Cordeiro Eterno", minhas leituras de Jó tendiam a apontar para uma grande e completa alegoria.

Tendo discernido nestes últimos dias (mais ou menos dois meses), a verdadeira natureza do Javé, e do Moisés as coisas ficaram mais claras. Terrívelmente claras (para quem não via nada), a ponto de perceber a malícia do grande contador de histórias do universo.

Sim, quem conta a história de Jó só pode ser um: O filho do diabo, Caim, a saber, Moisés que é seu grande pseudônimo e que em alguns casos é convenientemente um anônimo, como no caso de "Hebreus".

A tarefa dele, é enganar, contar fatos maliciosamente, tornar heróis os bandidos, e como em qualquer filme, caro ou barato de Hollywood, demonstrar por enigma que o Mocinho é o verdadeiro bandido, pois ele, de alguma forma, se jacta de ser o bandido.

Há prazer nele em revelar por enigmas a sua identidade da qual ele deve se orgulhar muito....

Uél... tendo dito isto, devo dizer que tenho que repensar esse discernimento acerca do Jó.

Não foi apenas o Adão que "caiu".

Tem o Lúcifer... tem a primeira mulher do Adão que fugiu com o Lúcifer, a saber a Lilith, muito bem escondida e sonegada pelo Moisés.

Quem sabe estes dois não figuram os personagens centrais de Jó?

Os filhos mortos... conferem com os filhos mortos da Lilith, conferem com os filhos mortos do "principal assessor do rei" o tal Hamã, no conto de Ester.

Aliás, esse conto de Ester, mostra a mesma relação dessa suposta luta entre deus e o diabo.

Ester 3:11 E disse o rei a Hamã: Essa prata te é dada como também esse povo, para fazeres dele o que bem parecer aos teus olhos.



Os Judeus ali representados, tem referência com o Caim, jurados de morte, mortos e dizimados como os filhos de Jó.

Uél... até onde consigo escrever pensando e pensar escrevendo, continuo a ver no livro de Jó uma grande parábola e um grande enigma diante dos nossos olhos.

O que muda apenas é que eu estava me esquecendo que antes do Adão, quem caiu foi o Lúcifer, e aí a história muda de prisma.

E a pregação não só justifica o caído, mas o coloca como o grande super-herói.

Ora, sabemos todos que o grande super-herói deste mundo é o dono do ouro e da prata tão desejados por este mundo evangélico, a saber: o anticristo

Através do anticristo, filho da perdição e do perdido esse casal maligno, o principal caído, pretende se entronizar e realizar o seu grande e genial sonho. The Dream.

Ai das Grávidas. Gripe H1N1


Sim. O que anda me incomodando é essa profecia a qual nunca entendi, e nunca chegou a fazer sentido para mim.

Nestes últimos tempos, tenho discernido, ou num português mais coloquial, tem me caído a ficha de que a primavera já passou, ou verão já passou e o inverno é chegado ou está às portas.

Tendo chegado o inverno, ou estando ele às portas, vejo estarrecido que a pandemia a qual discirno como proveniente do "imundo", tanto tecnológica como espiritualmente, está atacando mortalmente as grávidas.

Me pergunto porquê João o qual discirno como testemunha fiel por todas as suas ligações e links com ABEL o justo, com o filho da viúva (Eva) que é entregue à mãe vivo, inclusive na cruz, não fala sobre o assunto.

Porquê João se cala sobre o assunto?

Hoje, quando re-posto este texto, já desconfio dos demais evangelhos, mas há concordância nos três evangelhos acerca dessa profecia e parábola de Jesus Cristo, bem como a da figueira.

Pois se Jesus disse isso realmente, e a geração da figueira e das outras árvores está em curso, e o verão passou, então ai das grávidas.
E eis que o sábado se aproxima. Ou Jesus mentiu, ou os evangelistas mentiram acerca do que Jesus disse.

Ou ainda, sendo uma parábola, ou enigma os evangelistas não puderam perverter o sentido.

Levantemos e cantemos um hino.

Quanto à vacina.

Eu discirno o vírus como proveniente do imundo.

De minha parte, tendo discernido isso, não barganharei colocando voluntariamente o vírus do imundo no meu corpo para me proteger do imundo.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

DIA D


O dia de ontem foi um dia maluco no mundo.
Era uma dia especial...
O dia do mártir Tiradentes
O dia do aniversário de morte do Tancredo
O dia dos 50 anos de Brasília
O dia dos 84 anos da Rainha Elizabeth II
O dia D (dos crentes da IURD) em 27 estados...

O mundo espiritual estava em guerra ontem.

No Rio, foi um cáos no trânsito.
Ví pela janela e pelos jornais, a dor e a confusão em grandes dimensões.
A multidão faminta torrando no sol, com calor insuportável, desmaios, sede, fome, baixa pressão, vontade de ir ao banheiro. Vontade de voltar para casa. Não podiam...
As ambulâncias não deram conta de tanta gente passando mal.
Alguns desavisados entraram na água podre para refrescarem o corpo. Até sabiam do cocô, mas isso pouco importava.
Vieram de longe, precisavam de um alívio.
Não podiam perder a tão prometida "bênção".
Afinal, eles movimentaram ou melhor, pararam o Brasil, entupiram as ruas, para clamar a "deus" por suas misérias.
Gente que não tem nada e acredita naqueles usurpadores de vida, sugadores de sangue humano. Bem vestidos, chegaram na hora, ficaram a sombra, com suas águas geladas a mão, sendo televisionados, com holofotes e grandes reportagens a todo o momento.
Um evento caro, caríssimo. que certamente seria cobrado deles naturalmente, por conta dos dízimos e ofertas.
Sem falar nos vendedores de CDs, DVDs, livros e tudo o mais que eu nem tenho ideia.
Onde estava o Bispo nesta hora? Ah... Em Londres... No dia do aniversário da rainha? Muito interessante.
Apareceu, direto de Londres nos quatro telões de alta qualidade, enviando uma bênção especial aos fieis.
Ele mostrou ao Brasil e ao mundo a sua capacidade de mover multidões. Mostrou seu poder de fogo.

Ontem, a Prefeitura do Rio divulgou uma nota a imprensa pedindo desculpas pelo tumulto na cidade. Deixe-me transcrever a nota:

RIO - A Prefeitura do Rio fez um pedido de desculpas, por meio de nota oficial, pelo caos no trânsito provocado por um evento religioso nesta quarta-feira. Milhares de pessoas participaram do Dia da Decisão (Dia D), na Enseada de Botafogo, organizado pela Igreja Universal.

Leia abaixo a íntegra da nota:

"A Prefeitura do Rio assume suas responsabilidades pelo engarrafamento que congestionou o trânsito hoje na Zona Sul e no Centro, devido a um show na enseada de Botafogo. Não dimensionamos corretamente o evento, por termos sido informados pelos organizadores que a quantidade de ônibus para levar os assistentes ao show seria menor. A CET-RIO divulga desde ontem, através da mídia, da internet e dos seus painéis, orientações aos motoristas. Essas providências, porém, mostraram-se insuficientes, diante do grande volume de ônibus mobilizados pelos organizadores do evento. A Prefeitura desculpa-se com a população e assegura que não se repetirão episódios semelhantes."

Está em todos os jornais. O Rio não estava preparado. Ninguém estava. Ninguém acreditava que um bispo conseguiria chamar tanto a atenção para si.
Foi uma guerra de poderes. Uma guerra de emissoras. Poderia se dizer que era a Record contra a Globo. Mas era mais do que isso.
Era o "Bispo" mostrando a que veio.
Usando vidas, vendendo esperança a um povo cansado de sofrer. Vendendo ilusões. Vendendo promessas. Que nunca se cumprirão.
A multidão não sabe. Eles não tem noção da máquina malígna que planejou tudo nos bastidores.
Aparece o cara no telão e a eles se prostram... O veneram.
Não saí de casa.
Mas ví.
O Brasil com todas as suas capitais representadas, todas gemendo..
Não foi um dia comum.
Foi o Dia D.
Estou aqui refletindo diante de Deus a respeito da vida.
Que Deus nos livre de todo o mal.
(Liege Aguirre)

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Caio Fábio, Orkut e Moisés



Caiofabianos,

Dizem discernir a graça, mas não discernem o des-graçado.

Não há demérito nisso. Faz muito mais de dois mil anos que as mentiras do barbudo mor, Moisés, posam de verdade absoluta. Mas quando finalmente, alguém passa a denunciar a origem da grande malignidade, o demônio da religiosidade manifesta.

Ai daquele que ousa tocar na vaca sagrada, no livro negro, no herói-evangélico.

Eu saí da comuna do caio para permitir que eles se masturbem e gozem com as abobrinhas poéticas filósofo-psicológicas dos coquetéis neo e veterotestamentários com os quais continuam a se empanturrar e se embriagar.

Se embriagam com o sangue misturado.
Com a bebida misturada refinada em longos papos-cabeça.


Como eu me neguei a babar os ovos consagrados do bondoso barbudo que discerne mais da graça do que qualquer outro escravo da escritura que eu conheça, parei de ser interessante e me tornei pessoa non-grata.

É só tocar na ferida principal dos fariseus de carteirinha ou coroinhas, como diz o sábio Romim, que o demônio da religiosidade bibliânica manifesta.

Voltei depois de uns tempos para a comunidade do Orkut (CFLO). Fiquei devendo algumas respostas e voltei para postá-las.

É difícil manifestar minha opinião sem parecer arrogante e ofensivo, eis que não compro a cartilha Caiofabiana que dança sob a batuta do "venerável" Paulo, que é interpretado e consumido com avidez por aquelas bandas.

Descobrir as malignidades veterotestamentárias leva obrigatoriamente à perceber as malignidades neo-testamentárias. Isso é fatal para quem consome a letra morta e dela se alimenta. O mundo cai. O jesus escriturístico é escravo da escritura, é submisso à escritura. Ele depende do testemunho humano, sem o qual passa a inexistir.

sábado, 7 de novembro de 2009

A Cabana


A Cabana
Vamos lá.
Direto no ponto.
O Mack é o diabo. Lúcifer (A história é uma história que abrange milênios. Eras, na verdade.
É uma história contada pelo Lúcifer
Ele traz para um ambiente atual e contemporâneo um drama onde ele se coloca como Homem e se reporta a fatos acontecidos em uma era anterior à era contada pelo Moisés no Genesis.

Ele faz nesse livro o seu enfrentamento com Deus. Ele diz verdades a respeito de Deus. Verdades semeadas com mentiras.
A mentira principal, no meu ponto de vista é a trindade.
O Deus Mulher é uma referencia à deusa Lilith, ou Diana, ou diaba, ou Luiza, ou Vasti ou Lua, mas principalmente à natureza dela “ NEGRA”. Uma referência não relativa à raça, mas à ausência de luz, às trevas.

A personalização ou partição de Deus que é único é um engano diabólico que se instituiu faz muito tempo no Cristianismo, e é base de toda a bizarrice que infesta o meio evangélico e agora o católico.

Mas avancemos um pouco no texto.

Não vou fazer exegese do livro e de toda a doutrina pregada, o que de fato não me interessa, mas vejo que é um papinho muito parecido com o papo desses pregadores de abobrinhas evangélicas da moda, do tipo Philip Yancey, Manning, Luccado e outros.

“Em um mundo cruel e injusto. A cabana levanta um questionamento
atemporal: se Deus é tão poderoso, por que não faz nada para amenizar o nosso sofrimento?
As respostas que Mack encontra vão surpreender você e pode
transformar sua vida de maneira tão profunda como aconteceu com ele.”


É o diabo o grande teólogo, que assume que a história é “atemporal” fora do tempo.

A história é contada por um terceiro, um grande amigo… Willie, um parceiro, o qual eu não sei discernir ainda quem é… talvez o Caim/Moisés.

No prefácio, ele assume que esse personagem vai mudando de cara ao longo das eras, mas mantém o mesmo nome… I, II, III, Jr., Sr.

Ele conta uma versão na qual ele se rebela (Rebelião de Lúcifer) e é açoitado pelo pai embaixo de um grande “Carvalho”.

Ele conta seus segredos… porque o tal diabo com vários nomes pode ser o mesmo espírito manifestado em humanos ao longo dos tempos e eras.

Ele fala com acerto sobre o “pecado da versiculatria”.

“ele foi castigado com um cinto e com versículos da Bíblia
todas as vezes que o pai acordava de sua bebedeira e largava a garrafa.”


Ele conta a sua fuga (banimento), o que fez durante esse tempo no mundo… referindo–se também a conflitos terríveis como participante, mas se manifestando contrario à violência… Seu interesse por teologia…

“Seus assuntos prediletos são Deus, a Criação e por que as pessoas
acreditam em determinadas coisas.”

Esse relato rápido e abrangente conta que ele “volta” para os Estados Unidos, ou América, numa referencia acerca do lugar para onde o diabo volta a se manifestar corporalmente.

Fala também que
“ele é uma espécie de alienígena… “


Ele dá todas as dicas acerca de sua identidade.

“Os que o conhecem geralmente gostam muito de Mack, desde que ele mantenha guardados seus pensamentos. Porque as coisas que Mack diz nem sempre deixam as pessoas muito satisfeitas com elas mesmas.”


Aqui, ele dá a pista sobre seu caráter acusatório. O acusador…

“Disse que tinha prazer em apontar as falhas das pessoas e humilhá-las para manter seu sentimento de falso poder e controle. Nada muito elogiável.”.


Como disse no início, ele se parece muito com o Moisés também, que repito, é uma encarnação ou figura do Caim. Veja abaixo:

“Mas, ao mesmo tempo, Mack não é muito religioso. Parece ter uma relação de amor e ódio com a religião e talvez até com Deus, que ele imagina como um ser mal-humorado, distante e altivo”.


Esse cara, é o que inspira o Moisés, o Caim a falar de um Deus inclemente que manda matar .
Ele também fala da mulher.
Da ligação amorosa com a mulher durante 33 anos, o que também é alegórico no tempo.
Fala de mágoas do “passado”, e do papel dessa mulher na “restauração” dele mesmo.

Aqui, devo dizer que essa mulher (amante) do Lúcifer é a primeira mulher do Adão, ou seja, ele está em adultério com essa mulher. A alegoria a essa relação é o Herodes/Diabo e a Herodias/Diaba que é denunciada pelo João Batista/Caim.

Estes dois personagens primordiais tinham corpo no princípio, mas são banidos. O banimento da Lilith ou Herodias é relatado alegóricamente na história da Vasti.

Essa mulher é a mulher maligna, a figueira que Jesus secou.
Ela tinha filhos e filhas. Teve em minha opinião, filhos com o primeiro marido, o Adão, mas esses morreram. Teve filhos também com o Lúcifer. É uma era não contada pelo Moisés. São “sete anos” com uma mulher e sete anos com outra mulher, a segunda é a MULHER, ou Eva como mais tarde foi chamada por ser a mãe de todos os seres viventes.
O Moisés não mente o tempo todo, ele mente apenas no essencial, não deixando de revelar nas entrelinhas a verdadeira história.

A MULHER, ser mãe de todos os seres humanos, em si mesmo é uma revelação que deixa pistas para a existência de uma ou mais gerações anteriores ao pecado dessa mulher..

Neste livro A Cabana, o diabo conta a sua verdade, a sua versão dos fatos. Conta a existência de uma geração de filhos anterior mesmo à Eva (MULHER).

“Por algum motivo que não dá para compreender, Nan parece amá-lo
agora mais do que nunca, apesar de eu ter a sensação de que ele a magoou de algum modo terrível nos primeiros anos.”


Aqui o amor existente entre os dois é colocado como aparência, eis que essa história de paixão entre Herodes e Herodias, o diabo e a diaba, o Lúcifer e a Lilith é uma história em que não há amor, mas dominação da mulher insubmissa, a mulher de teias, a aranha, a mulher rebelde.

Há uma filha nessa relação.

Essa filha morre, e fica 3 dias e meio insepulta.

A Literatura conta essa mesma história no romance “E o Vento Levou”. O Vento também é uma referência ao diabo, e há ha literatura de sucesso nas nossas mega livrarias, um romance denominado " O nome do vento", que em parábolas conta quem é o tal vento e a sua natureza. Uma coisa é certa. Jesus repreende o tal vento.

O Vento Levou é uma grande alegoria com estes mesmos personagens.
Rhet Buttler é o diabo, Scarlet Ohara é a diaba. Eles tem uma filha entre idas e vindas no tempo... para um lado e outro lado do mar.
Essa filha morta também fica insepulta durante três dias e meio.

A figura da árvore está sempre presente nesse romance... No início, viçosa, no meio, seca e ao final, voltando a florescer. (É a tal mulher que Jesus falou).

O tempo que essa criatura fica insepulta é colocado em um dos romances, como em dias e no outro em anos.
Essa menina morta aparece também na bíblia. É a filha de Jairo, e ali o tempo é colocado em horas.
Na verdade, esse tempo é “quase” uma geração. Quatro dias, quarenta anos. É uma referência aos 3 dias de Jesus fora do tempo, morto, os três anos da figueira seca, um meio de semana. Uma metade do tempo relativo que é sete.

Jesus faz algumas ressurreições e curas. A filha do “Jairo” é ressuscitada e essa ressurreição tem objetivo. Para que ela cumpra o seu papel na história. Da mesma forma, a “sogra” de Pedro, que é ninguém mais e ninguém menos que a Lilith, eis que o Pedro é uma figura do Caim e o Caim se casa com sua meia irmã, filha da Lilith (escrava negra... sem luz) por isso a Sogra.

Ora, essa Sogra é curada da “febre” e passa a servir... a mesma coisa que a Marta, que está apenas a serviço. Não tem a melhor parte como Maria.

Sempre as duas mulheres em contraste. A Marta é a Lilith e a Maria é a Eva. E o Lázaro hehehe é o Adão.
Pôxa... mas Jesus ressuscita o Adão? Ressuscita.

“Os dias de hoje são muito diferentes de há sete ou oito anos, quando a Grande Tristeza entrou em sua vida e ele quase parou de falar. Mais ou menos nessa época, e por quase dois anos, nossos encontros foram interrompidos, como se por um acordo mútuo não verbalizado.”


Aqui, novamente é colocada a questão do tempo que os fatos envolvem em cada era: 7 anos.

Basta dizer que estes últimos anos parecem ter devolvido a vida de Mack e tirado o fardo da Grande Tristeza. O que aconteceu há três anos mudou totalmente a melodia de sua vida e é uma canção que mal posso esperar para tocar.

Aqui, nas entrelinhas o texto revela também uma aparência. A aparência de vida do morto vivo ( os últimos anos “parecem” ter devolvido a vida... parece mas não é... o morto continua morto o morto vivo, o cara sem corpo e sem sangue. (por isso a bronca com o Cristo que veio em Carne e Sangue).

Em seguida, o autor dá a dica de que ele o Mack não gosta de escrever, mas o autor gosta, o que me leva ao Moisés que é o cara que conta a história segundo a sua versão dos fatos.
Neste caso ele está escrevendo a versão do Mack (diabo) dos fatos.

A história que você vai ler é resultado de uma luta minha e do Mack para, durante muitos “meses”, colocar em palavras o que ele viveu. Tem um lado um pouco... digamos, muito fantástico. Não vou julgar se algumas partes são verdadeiras ou não. Prefiro dizer que, mesmo que algumas coisas não possam ser cientificamente provadas, talvez sejam verdadeiras. Mas preciso afirmar honestamente que fazer parte desta história me afetou de modo profundo, desvendando detalhes meus que eu desconhecia. Confesso que desejo desesperadamente que tudo o que Mack me contou seja verdade. Na maioria das vezes eu me sinto próximo dele, mas em outras - quando o mundo visível de concreto e computadores parece ser o real - perco o contato e tenho dúvidas.

Aqui neste parágrafo, o Caim/Moisés, autor inspirado pelo diabo, confessa a verdadeira inspiração, as improbabilidades, o fato de “algumas” partes não serem exatamente verdadeiras... Mais tarde, ao final ele admite que é uma versão. A Versão do Mack.

“O que você vai ler é o máximo que Mack consegue recordar daquilo que aconteceu. Esta é a história dele, não a minha. Por isso, nas poucas vezes em que apareço, vou me referir a mim mesmo na terceira pessoa - e do ponto de vista de Mack.”

A esta altura do meu texto, já volto a ter certeza de que o Mack é o diabo. Hehehe

Pirei?

Então vamos à história, ao romance, à parábola, os personagens.

Logo de cara a verdade é contada.

Março desatou uma torrente de chuvas depois de um inverno de secura anormal. … Ainda que a primavera certamente estivesse logo ali, depois da esquina, o deus do inverno não iria abandonar sem luta seu domínio conquistado com dificuldade… Estava se tornando inexoravelmente prisioneiro do gelo em sua própria casa - e com muito prazer.

Aqui ele fala do inverno seco... Um tempo ou era de domínio do diabo (o deus do inverno). O diabo prisioneiro, banido, sem corpo físico.
A primavera é uma época ou era de domínio ou surgimento da mulher... quando a “figueira” começa a florescer

No fim da tarde, Mack se encheu de agasalhos e saiu para lutar com os quase 100 metros da comprida entrada de veículos que vai até a caixa de correio. O gelo havia convertido magicamente essa tarefa simples do dia-a-dia numa batalha contra os elementos: levantou o punho em contestação à força bruta da natureza e, num ato de desafio, riu na cara dela. O fato de que
ninguém notaria nem se incomodaria com seu gesto pouco importava para ele - só o pensamento o fez rir por dentro.


Mack/diabo é um cara noturno.... o cara que foi buscar Jesus durante a noite...ele se refere a uma travessia (estrategicamente ambientada). Diverte-se com o fato de que ninguém perceberia tal travessia, e possivelmente também se divirta com o fato de que ninguém ou poucos percebem a parábola ou enigma que começa a contar.

Mack teve de se levantar duas vezes antes de finalmente conseguir abraçar a caixa de correio como se fosse um amigo desaparecido há muito….
Parou para apreciar a beleza de um mundo engolfado em cristal. Tudo refletia luz e colaborava para o brilho crescente do fim de tarde. As árvores no campo do vizinho tinham-se coberto com mantos translúcidos, e agora cada uma parecia única ao seu olhar. Era um mundo radiante e, por um momento, seu esplendor luzidio retirou, ainda que por apenas alguns segundos, a Grande Tristeza dos ombros de Mack.


Aqui são mencionadas duas “quedas” do Mac/diabo. Finalmente o encontro com o “amigo” intermediário (caixa de correio)
Depois ele tem uma visão do mundo e do universo de onde ele fora alijado.
Ele vê as (árvores do campo do vizinho) cobertas com mantos translúcidos, possivelmente se referindo não a árvores, mas a seres humanos.

O Bilhete.
Mackenzie
Já faz um tempo. Senti sua falta.
Estarei na cabana no fim de semana que vem, se você quiser me encontrar.
Papai


Aqui eu creio que o “deus, papai,” é a própria Lilith a deusa negra, que propõe um encontro na Cabana.

Com os braços balançando loucamente na esperança de, não sabia como, manter o equilíbrio, Mack se viu adernando de encontro à única árvore de tamanho substancial que ladeava a entrada de veículos - a única cujos galhos mais baixos ele havia cortado uns poucos meses antes. Agora ela se erguia ansiosa para abraçá-lo, semi--nua e aparentemente desejosa de uma pequena retribuição.


Este texto narra o encontro com a mulher do passado, a árvore, a figueira, a Lilith.
Ele, o Mack/diabo já tinha se ferrado com essa muher. Ele, por sua vez já a tinha magoado (ver referência com a mulher dele Nan).

A mulher é sedutora, semi-nua, e embora covarde, e impotente ele acaba por se estrepar novamente em seus braços.

Bateu com força, primeiro com a nuca, e escorregou até um monte na base da árvore brilhosa, que pareceu se erguer acima dele com uma expressão de presunção e nojo, além de certa decepção.


Novamente aqui não é uma árvore. Ela é a mulher rebelde, sedutora e insubmissa que demonstra presunão, nojo e decepção com aquela criatura covarde.

Gemendo e sentindo-se muito velho, rolou apoiando-se nas mãos e nos joelhos. Foi então que viu a marca de um vermelho forte traçando sua jornada desde o ponto de impacto até o destino final. Como se gerado pela súbita percepção do ferimento, um martelar surdo começou a subir pela nuca.
Instintivamente ele procurou a fonte das batidas de tambor e trouxe de volta a mão ensangüentada.
Com o gelo áspero e o cascalho afiado cortando as mãos e os joelhos, Mack meio engatinhou, meio escorregou, até conseguir chegar a uma parte plana da entrada de veículos. Com um esforço consideravelmente pôde ficar de pé e avançar cautelosamente, centímetro a centímetro, em direção a casa, humilhado pelos poderes do gelo e da gravidade.


Percebe-se aqui que o tal encontro com a árvore produziu sangue. Ora, esse personagem não tem sangue. Esse encontro narra aquele velho e romântico cliché do casalzinho fazendo amor embaixo da árvore presente em tudo que é filme que apareceu depois da invenção do cinema.

O filho gerado nesse encontro diabólico (ritual satânico) é o sangue referido alegoricamente nesse trecho. Quem é esse filho? É o filho da perdição e do perdido. Esse cara não tem nas veias e na genética nada de Deus, nada do Adão.

Adiante, o livro está repleto de alegorias e referencias. As questões teológicas desse “deus-trindade-particionado” são para mim irrelevantes sabendo de onde vem a “sabedoria” e o entendimento.
No final do livro o cara confessa que foi tudo um “coma” de 3 dias e meio, mas garante que é tudo verdade.

Não fiz, nem vou fazer, mas é possível garimpar todo o livro em busca de alegorias, verdades e mentiras semeadas pelo Mack...

Sinceramente?
Eu to fora... Inclusive desse cristianismo mosaico cuja base é a mentira pois jamais amaram a verdade. Preferiram a mentira.

--
Ronald
07/11/09

sábado, 17 de outubro de 2009

Legalismo Sodomita


Legalismo Sodomita
O mosaicismo vulgo cristianismo assumiu para si o papel do diabo, a saber: o papel do acusador com a lei na mão ou seria, com a bíblia na mão?

Esta entidade de 66 livros escrita por homem (6) se transformou no ídolo de ouro. O maior ídolo de todos os tempos.

O Fariseu sempre é uma figura do diabo, o acusador com a lei na mão.
O Judeu é o filho do diabo, segundo Jesus Cristo e é liderado pelo fariseu.
O Fariseu-mor é o Moisés que é o Pai do Judeu segundo o próprio Judeu.
O Moisés é o que veio antes de Cristo.
O que veio antes de Cristo é o Ladrão que veio para matar roubar e destruir.
O ou os que vieram antes de Cristo anunciaram o Cristo e profetizaram dele, mas as ovelhas não os ouviram. Preferiram as trevas.
Quem eles preferiram? O Moisés e a lei.
Jesus é a Luz e o perdão. Quem São as trevas? (nem preciso responder)
Jesus é o Pastor, dá a vida pelas ovelhas.
Moisés é o Ladrão e é o acusador.
Quem não dá a vida pelas ovelhas? O Moisés.
Quem vos acusa? O Moisés.

Muitos dos inconformados com a merda religiosa que está aí, e que discernem a existência de algo podre e malcheiroso dentro do cristianismo mosaico, não conseguem discernir a origem do problema, a raiz dos males que se chama base-mosaica e Basebíblica que é o nome do demônio que está manifesto em todo o cristianismo conhecido.
Todo o cristianismo pós-reforma e pré-reforma está possuído e tem a cobertura espiritual das sociedades secretas cujo principal segredo é a entronização do filho da perdição e do perdido.

Só há uma recomendação sensata: fugir da babilônia, pois tentar explicar é muito demorado.

Recomendo a todos que piquem a mula o quanto antes.


Desculpem os termos chulos, mas devo dizer que o farisaísmo é sodomita em sua essência.
Pau no cu do próximo.
Que pecado.

domingo, 4 de outubro de 2009

Moisés, de Mocinho a Ladrão


Moisés, de Mocinho a Ladrão

Gente, até dois anos atrás eu acreditava piamente no Moisés

Depois passei a desconfiar que o "cristianismo" tinha endeusado o cara e ele era o ladrão da parábola apenas por que o endeusaram.

Depois, passei a discernir que o conto da carochinha do gênesis era uma parábola e o Moisés ainda era apenas o ladrão por que o moisão ou cristão o endeusou.

Depois de ir um pouco mais a fundo, percebi que ele contava a sua versão dos fatos e continuava sendo o ladrão e salteador porque além de o terem endeusado, ele tinha se deixado endeusar.

Depois de discernir mais um pouco e ir mais fundo ainda, e completamente desconfiado dessa criatura, fui puxar a ficha dele e percebi que ele era ninguém mais e ninguém menos do que o Caim, e contava suas aventuras não só do seu ponto de vista e versão, mas mentia descaradamente, sendo o ladrão e salteador pelas seguintes razões:

Porque o tinham endeusado,;
Porque tinha se deixado endeusar;
Porque jamais revelou que falava por parábolas e
porque seu objetivo era enganar mesmo. Se fazer passar por Deus e ser considerado "palavra de Deus".

Que safado... e os porcos seguem o porqueiro.

Mas o porqueiro foge.
Quem é que foge? Moisés foge. Tudo certo com as parábolas e enigmas propostos pelos dois lados.

o PASTOR dá a vida pelas ovelhas.
Moisés dá a vida pelas ovelhas?
Então quem é o Pastor e quem é o Ladrão?

Fica tão difícil largar mão do ladrão?
Para os Judeus foi impossível.
Para os "cristãos judaístas" e até para os "cristãos presunçosos da graça" também está parecendo impossível.


Em meu primeiro livro, A Besta de dois Chifres, eu abordo o tema da grande mentira que é pregada diuturnamente nas igrejas, acerca de uma frase:

O diabo vem para matar, roubar e destruir.

Essa frase é mentirosa.

A Frase correta é: O Ladrão vem para matar, roubar e destruir.

Então após essa consideração, devemos identificar o "Ladrão".

O Ladrão é o que não entra pela porta.
O Ladrão e mercenário é o que foge
O Ladrão é o que não é o Pastor
O Ladrão é o que veio antes de Cristo


Quem é o Ladrão ?

O Ladrão não deu a vida pelas ovelhas.
O Ladrão foge
O Ladrão não é Pastor
O Ladrão veio antes de Cristo
O Ladrão não apascenta ovelhas
O Ladrão rouba o papel de Cristo
O Ladrão usurpa o trono
O Ladrão mata
O Ladrão rouba
O Ladrão destrói

Mas quem é esse safado?

É só responder a estas perguntas com honestidade:

Quem trouxe a Lei que condena a todos indistintamente?

A quem seguiam cegamente os Judeus que não queriam seguir a Cristo?

Quem veio antes de Jesus?

Quem é assassino?

Quem feriu a Rocha?

Quem é sanguinário?

Quem não entra na terra prometida?

Quem traz a condenação?

Quem traz o jugo da religião?


Para quem só acredita com base bíblica:

Abrirei em parábolas os segredos ... desde a fundação do mundo.

E sem parábolas nada lhes falava.

Há algumas parábolas nos evangelhos que revelam a identidade do meliante, bem como a identidade verdadeira de uma certa nação.

Pesquisemos nas escrituras e vejamos quem foge.

Ops! Quem foge é o porqueiro.
Quem é o porqueiro?
O porqueiro não é o pastor.

O porqueiro apascenta porcos. Seres imundos.

Ops! temos problemas aí.

Tentemos por outro lado.

Vejamos outra parábola, por que essa está ficando perigosa.

Abramos nas nossas bíblias aonde tem um cara que não entra pela porta, entra por um buraco no teto.

Acharam?

Tem um cara que não entra pela porta.
Ele é um coxo. Ele é o Coxo/judeu/marcado/que luta com Deus e prevalece/que fere a Rocha/que tem a marca no corpo.

Pois o tal judeu não entra pela porta.
Entra por outro lugar.

Que interessante!

Entra por um buraco no eirado!.

Ora, se não entra pela porta, esse é o ladrão!

Deve ter pecados gravíssimos!

O cara não pede perdão dos pecados.
O cara não se arrepende
O cara não aceita a Jesus como seu "único, suficiente e privado salvador"... mas Jesus faz algo contra a lei.

Perdoa o pecado do infeliz mesmo sem ele ter pedido perdão e se arrependido como rezam os nossos catecismos legalistas.

E faz outra coisa contra a lei:
Cura o desgraçado pregador da des-graça e da condenação.

O des-graçado é agraciado contra a lei.

Quem é esse cara que é curado e perdoado no sétimo dia?


uéll

Então ele é o ladrão que rouba até o dia de hoje o papel de Cristo.

Ele é o porqueiro que foge

Então quem é o imundo que o segue?

Quem é o porco?

O diabo sabe muito bem quem é o porco.
Temos visto nos jornais eventualmente acerca dessa acusação.

Mas Jesus cura também o imundo.
Jesus cura o leproso.

Jesus cura o leproso de sua lepra
Jesus cura o coxo de sua paralisia
Jesus cura o cego que não vê
Jesus purifica o imundo de sua imundície

Jesus restaura todas as coisas
Jesus reconcilia todas as coisas


O Ladrão foge e não dá a vida pelas ovelhas.

Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

Quem tem olhos veja

Pensamento dos amados crentes e cristãos:

Mas como é que pode? Moisés é um ícone evangélico! Moisés é um ídolo evangélico! (Evangélico não tem ídolo). Vamos então corrigir: " Moisés é um herói da fé". Melhorou.