domingo, 30 de janeiro de 2011

deus


João 1
No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
Ele estava no princípio com Deus.
Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.
Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens.
E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam.

Há nas escrituras e em toda a literatura mundial, uma história não contada oficialmente.

Há nas entrelinhas dos escritos sacralizados, nas lendas, nos romances em geral, uma história contada em parábolas, alegorias e enigmas.

Uma história que se repete nas vidas dos personagens que povoam a literatura, histórica, mitológica e lendária.



A história remete aos primórdios da criação . Remete a fatos anteriores ao Adão e a versão contada por Moisés acerca das origens. Remete a fatos enunciados e sugeridos nas mitologias.

Nessas entrelinhas há uma história contada que não é necessariamente verdadeira, mas aponta para verdades ocultadas propositalmente dos simples mortais, com objetivo de mantê-los no engano, sob jugo e domínio pelos dominadores deste mundo.

Ela conta detalhes sórdidos acerca do pecado original, astuta e propositalmente sonegado pelo “historiador” Moisés, e ainda por outros contadores de histórias que atribuíram para si mesmos o papel de intermediários de “deus”, profetas de “deus”, mensageiros de “deus”.



Todos estes, conhecidos ou não, são uma corja de mentirosos.
Ainda que falem verdades, a mentira é sempre acerca da natureza do seu “deus” e Senhor, do qual são servos (escravos).

De fato, o “deus” e senhor, todo-poderoso deles existe e é sempre o mesmo ser luminoso, que domina esta terra e universo tangível. O senhor de senhores, o deus que exige adoração, o deus que odeia os inimigos, o senhor da guerra, o senhor dos exércitos, o senhor que traz pragas, o senhor das moscas, das trevas, dos répteis, da morte.

Este senhor que declara o deserto solo sagrado, que se anuncia em meio a densas trevas, que afirma ser o autor da luz, enquanto esta é pois jamais veio à existência.

Este senhor é sanguinário por excelência e se agrada do filho sanguinário. Ele é justiceiro e barganhador. Tudo dá em troca de adoração, o que é mentira, visto que ele é o pai da mentira e mente desde o princípio.

Ele abençoa e acumula de riquezas aqueles que prostrados o adoram e servem cegamente. Pelo menos é o que ele promete.
Para identificá-lo, eis que ele se esconde sutilmente no “esconderijo do altíssimo”, há que observá-lo atentamente. Com olhos de detetive.

Ele acusa dia e noite a raça humana, ele produz sombra. Há pessoas que almejam descansar à sua sombra. Sentem-se protegidas à sombra do onipotente, quando deveriam saber que em DEUS não há sombra nenhuma.

Muitas dessas pessoas estão aguardando que apareça um anticristo, um falso profeta, que seja o grande opositor de DEUS . Não discernem que este se encontra manifestado, encastelado, reinando e mentindo desde o princípio, se fazendo passar por DEUS, acusando o Adão, o Caim, a Mulher, e de quebra o resto da humanidade.

Ele acusa todo o homem de mentiroso, quando ele é o principal mentiroso e principal dos pecadores, o fariseu de fariseus. Ele é o grande acusador disfarçado de apóstolo e pai da religião “crista”, pregadora do inferno e da condenação àqueles que não concordem com ele.

Ele amaldiçoa, anatemiza, quem não prega o seu evangelho.
Paradoxalmente, a sombra que esta criatura produz acaba por testemunhar da Luz Verdadeira, eis que num DEUS VERDADEIRO não há a menor sombra ou mácula.
Quem será então o “deus” e “Senhor” do Moisés que se manifesta a ele em meio a densas trevas?
Esse “deus” se diverte fazendo charadas óbvias acerca de sua verdadeira identidade.
Ele manda seu servo (escravo) fiel elevar a imagem da serpente no deserto.
Ele se faz de beato e anjo de luz para atrair os crédulos (crentes) para suas mentiras, e amaldiçoa a quem venha a pregar outro “evangelho”.
Ora, a ironia fina desta genial mente brilhante é tão sutil que ele proclama em bom e alto som, ou GRANDES LETRAS, que os maldizentes não entrarão no Reino de Deus. No final, acusa a Jesus de amaldiçoar os  infiéis.

O que estou afirmando, é que a inspiração dos textos sacralizados e canonizados é verdadeiramente sobrenatural e “divinamente” inspirada por um só, a saber, aquele que desde o princípio desejou ser igual  DEUS e se rebelou, fundando a sua filial neste planeta e universo. Ele se fez passar por DEUS, falou por DEUS e usurpou a sua glória.

Ai daquele que ousar confrontá-lo. Sua ira cai sobre os infiéis, aqueles que não o obedecem.
Ele instituiu seus falsos profetas para cada cultura e civilização. Ele inspira a poesia, a literatura, a música, e artes em geral. Ele domina e inspira a ciência e o conhecimento. Possui as riquezas deste mundo, a saber o ouro e a prata tão ambicionados pelas religiões ocidentais cristianizadas e biblianizadas.

Ele é o “deus” de Israel, o “deus” de Abraão, o “deus” do Judeu, do Muçulmano e do Cristão. O mesmíssimo “deus”. O Reino dele é aqui.
Ele mandou edificar um templo terreno para si. Um templo de ouro e prata construído pelo seu filho Salomão. Este filho é fruto da cruza entre o Sanguinário e a “Mulher Sedutora”.

Davi e Bate Seba são alegorias do Lúcifer e da Lilith, o diabo e a diaba das mitologias judaicas. O filho deste casal de diabos é a figura do anticristo, o filho da perdição com o perdido, adorado pela maçonaria, o Príncipe Negro, o Mestre Sala dos Mares, o Super-Man, o Faraó, cuja volta e retorno é esperado e aguardado por milhões de crentes e fiéis, cada qual em sua própria religião, cultura e versão.
Se alguém falou que Jesus teria chamado aquela casa construída em ouro e prata, ao custo de jugos e impostos ligados literalmente ao 666, de casa do pai dele, mentiu. Ou mentiram por ele.

Jesus Cristo, o filho do Deus Vivo, jamais diria isso.


O falso, diria. Está Escrito.

AS ALEGORIAS

            No princípio dos meus discernimentos, comecei a perceber que os personagens bíblicos eram alegorias.

            Na fase mais básica do pensamento, tudo se resumia à figura do “Adão”. Da ovelha perdida, à Maria Madalena, tudo me parecia o “Adão”.

            A inspiração e a autoria das alegorias (ocultismos) e enigmas me parecia “divina”.

            Depois de avançar pelas histórias e trajetórias dos personagens, percebi que havia uma riqueza maior nessas alegorias.

            Os personagens sempre se referiam aos personagens primordiais da versão mosaica.
“Adão, “Eva”, “Deus”, “Caim”, “Abel”, personagens primordiais das lendas judaicas.
Havia, no entanto, um problema: o cara com duas mulheres. Há sempre duas mulheres em foco. Há sempre uma viúva, uma prostituta, uma adúltera, uma escrava, uma livre, uma rebelde, uma insubmissa, a que serve e a outra.

            Quando observamos as demais culturas ao longo da história, chegando aos nossos dias, também percebo a existência de duas mulheres em jogo.
            A versão mosaica das origens, dá margem à suposição de que antes da “Eva”, houve outra mulher, surgida paralelamente ao “Adão”. Há bibliólogos que dão isso como certo. De fato, o Moisés dá margem velada não só à existência de uma primeira mulher, como da possibilidade da existência de uma ERA não contada, mas intrínseca ao relato.

            As escrituras e as crenças judaicas apontam para a “existência” dessa primeira mulher do “Adão”. A mulher belíssima, rebelde, insubmissa, dominadora, que abandona o “Adão” e se vai com o sedutor Dândi Lúcifer da Silva Smith. É a história da Lilith, a mulher que vira “demônio” e gera “demônios” à semelhança do Lúcifer que também é transformado num diabo, espírito maligno, sem corpo.

            Ela é a rainha das trevas, lua negra, lua, escrava, deusa mística, adorada e idolatrada em todas as culturas e presente nas mitologias, religiões sob numerosos e variados nomes e condinomes.

            Essa mulher, mito, entidade, foi escondida, sonegada pelas escrituras mosaicas.
Não há para essa “primeira mulher” a figura de personagem primordial. Para “Moisés” ela simplesmente não existe. Para os crédulos em Moisés ela não existe, mas referências e alegorias a ela são inúmeras.

            Mulher “virtuosa”. Quem a achará? Esse é um enigma oculto e proposto nas escrituras. Obviamente ela foi oculta, escondida. Ela é a mulher que trabalha, que tinge de púrpura (sangue) os vestidos. Ela controla o marido, negocia com os negociantes, gerencia a casa. Ela é feminista, sedutora, a “dama de vermelho”, a mulher matadora. Onde ela aparece, a morte come solta. Sua alegoria está em tudo que é filme produzido por Hollywood. É tão numerosa a lista de personagens alegóricos a ela, que seria enfadonho citar. De Scarlet O’Hara à Sra Smith, ela é apresentada em versões e detalhes dos mais variados.

Ela é:

Marta, (a mulher que serve)
Sogra de Pedro ( a mulher que serve)
A escrava egípcia (a mulher que serve)
A mulher de ló
A mulher de teias
A mulher pior do que a morte
Vasti, a mulher rebelde
Jezabel, a mulhe maligna
Mulher de pilatos
Herodias
Rainha da Etiópia
Rainha de Sabá
Rainha dos Céus
Bate Seba
Lia, a primeira mulher
Mulher Samaritana
Mulher de Caifás
A mãe da menina endemoninhada
A mulher com sangramento
A Águia
A coruja da noite
A Árvore
A figueira
A falsa videira

Há mais…

Há fartas referências nas escrituras judaicas acerca dessa “entidade”, tanto no velho como no novo testamento.

As ligações dela com outros personagens também são alegóricas, tanto nos fatos relatados como nos próprios personagens que são alegorias.

Desta forma, se eu afirmo e faço um link entre a “Lilith” e a “Marta”, quem seria o “Lázaro”, irmão da “Marta”?

Se a “Marta” é um personagem primordial, então os demais personagens irmãos também são personagens primordiais.

Se “Marta” é a ‘Lilith”, então:
“Lázaro” é o “Adão”.

Quem seria então a “Maria”?  A lógica do meu raciocínio leva à “Eva”, ou “Mulher”.

Nesse raciocínio, fica faltando um personagem, a saber, o Lúcifer que também é um personagem primordial.

A pergunta que se faz, é por que o quarto “irmão” não aparece na alegoria?

Imagino que seja pelo fato de que essa referência direta poderia fragilizar o enigma. Segundo, porque o quarto personagem poderia estar oculto, disfarçado ou contando a “história”.

Dito isto, a ovservação que se faz, é de que há nas escrituras uma intenção de ocultar as origens tanto pela omissão dos fatos como pela perversão e subversão dos mesmos.

Ora, o tal “Moisés”, segundo sua própria versão, foi criado e educado nas ciências ocultas do “Egito”, e sua versão dos “fatos”, é carregada de imensas e complexas alegorias. Ele é criado e educado por poderosas entidades “egípcias”, que até o dia de hoje atuam nas altas esferas dos poderes e sociedades nem tão secretas.

OS PERSONAGENS PRIMORDIAIS

Como mencionei no princípio deste trabalho, eu via apenas uns poucos personagens.

Depois de avançar um pouco mais na ideia de que os personagens eram alegóricos, eu e minha mulher, Liege, com a qual compartilho estes discernimentos, já podíamos identificar facilmente sete personagens básicos.

Usarei a nominação mosaica como referência.

1-    Lúcifer
2-    Lilith
3-    Adão
4-    Eva (Mulher)
5-    Abel
6-    Caim
7-    Seth

E ainda:
8-    Ismael
9-    Anticristo
10- Mulher Maligna

As alegorias gravitam em torno desses personagens.
Há personagens derivados das relações reprodutivas entre eles. São filhos, filhas, gerações, raças, povos, dimensões, tempos e espaços alegorizados nos “dias”, “locações”, das epopeias bíblicas, nas lendas, nas mitologias.

Há semelhanças de personalidade, caráter, missão, origem e destino desses personagens em todas as culturas conhecidas e a partir da antiguidade dos mitos e religiões, poderia se supor que as versões e lendas mais recentes seriam plágios e adaptações das antigas mitologias e ciências ocultas.
As trocas de nomes, corruptela de nomes, derivariam da necessidade de adequações às culturas e crenças vigentes.

Acredito ser simplista a ideia de que as culturas foram gerando e adaptando os mitos religiosos às suas raízes e tradições.

Minha tese supõe haver uma “mente brilhante” a inspirar todas as culturas.

“Alguém” sabe os “ensinamentos secretos de todos os tempos”, e se encarrega de preservá-los através das gerações com propósitos bem definidos, pré-determinados e meticulosamente planejados através de milênios.
Ao mesmo tempo em que preserva os segredos, divulga versões diversas que são tomadas como verdade em cada grupo, cultura, raça ou credo.

A organização mais antiga que diz preservar esses mistérios, é a maçonaria. Pelo menos é a mais famosa e não secreta.

Não há nenhum segredo nisso. Sua influência permeia todas as instâncias da cultura, ciência e religiões.

Outras irmandades se fundem desse propósitos para garantir os planos que objetivam a “iluminação” da humanidade, com objetivo da paz, da liberdade e da “igualdade” entre povos e raças, o que é, nas linhas, um excelente e maravilhoso objetivo.

O segredo final desse processo todo está de posse dessa “mente brihante”, que inspira e arquiteta todo esse jogo de xadrez.

Esse jogo de “xadrez” é jogado com milhões de peças vivas. Os peões, descartáveis são cada qual, imensos grupos e massas humanas cegas, surdas e nuas, jogo calculado com várias jogadas de antecedência.

Um jogo calculado com instrumentos de tecnologia, espiritualidade, psicologia, parapsicologia e ciências ocultas.

Nada é subestimado nesse jogo que implica manipulação de indivíduos e grandes massas humanas, tanto por meio das mídias de massa como de energias sutis e escalares.

Para resumir, a humanidade vai sendo tangida como gado, e os poderes vão movendo as peças com astúcia e muita paciência.



sexta-feira, 10 de setembro de 2010

DEUS ABSOLUTO

O ETERNO, DEUS ABSOLUTO, é o pai
que tudo perdoa,
ama incondicionalmente
perdoa incondicionalmente
justifica incondicionalmente
nunca mentiu
nunca matou
nunca mandou matar
nunca exigiu sangue
nunca cobrou imposto
nunca exigiu dinheiro
nunca habitou em casa humana

Se alguém contou diferente é porque mentiu

E mentiu porque seu pai é o pai da mentira
Capiche?
Cai a ficha?

Ah, mas a bíblia diz...

Pois é.... tô falando...

domingo, 5 de setembro de 2010

Blog do Ronald: Vida sexual ativa sendo solteiro pode? (cont entrevista)

Blog do Ronald: Vida sexual ativa sendo solteiro pode? (cont entrevista)

Realmente, a questão sexual é uma questão séria. 
Falarei tão somente por mim e de como entendo a questão. 

Primeiro vejo que você coloca a sexualidade como incompatível com o estado civil de solteiro, e com a condição espiritual de "nascido de novo".  Se não você, pelo menos toda a cristandade que conhecemos a coloca nesses termos. Dessa forma, tudo o que eu falar agora já começa a entrar nas estatísticas de heresias e objeto dos juízos legalistas. 

Devo dizer, no entanto, que tratar de sexo e sexualidade de forma honesta nos coloca em confronto com o farisaísmo cristão vigente. 

O que penso, é que o estigma do pecado original, a marca do pecado original, tem a ver necessariamente com sexo, com a mistura das sementes, com as relações proibidas entre as raças Adâmica e Luciferiana, bem como de suas derivações, que incluem sexo com anjos caídos, sexo com animais, homosexualismo e sexo entre os híbridos., sexo entre irmãos e aparentados. Daí a neurose, a culpa, a condenação, a repressão, a fixação, a deturpação que se abate sobre o mundo em torno do assunto. 

Os advogados do diabo, os promotores de justiça do diabo deliciam-se brandindo a “biblia” sobre as questões sexuais e sobre os desejos sexuais do ser humano descendente do Adão e da mulher decaídos. Eles se instituem reguladores e controladores da sexualidade humana, quais gigolôs e cafetinas com suas “bíblias” em punho, seus dedos em riste e seus olhares acusadores. 

A mulher adúltera é uma das mulheres primordiais que adultera com Samael, Lúcifer, Satanail, Satanás ou qualquer outro nome que as culturas tenham dado a este ser primordial. 

Como resultado dessa relação, surge o filho do diabo, o Caim, o cara marcado no corpo, o cara que mata o Justo, o tal mágico Elimas, o encantador de serpentes, o cara que foge e anda errante (Hebreu) pela terra. 

Voltando ao tema, das condenações inspiradas pelo sacrossanto livro das acusações e condenações, o adolescente não pode se masturbar, os namorados não podem transar, os casados são obrigados a transar, ainda que sem amor, os divorciados, separados ou viúvos não podem transar, sendo condenados a uma vida de masturbação ou de abstinência sexual se não vierem a se casar novamente. 

Obviamente que na vida real nada disso acontece, e se chega a acontecer, é pura doença e repressão que ao final resulta em muito sofrimento. 

A religião “cristã” impõe ao “convertido” um novo nascimento como reza o versículo. 

O convertido, ou novo-nascido não pode pecar mais, não peca mais, não pode mais estar sujeito aos desejos e obras da carne. 

As obras da carne todos sabemos, já foram listadas por gente famosa e "importante", de forma que nos encontramos diante de um impasse, que é a pergunta feita: Como pode um nascido-de-novo ter vida sexual ativa sendo solteiro, já que segundo a “biblia” sexo fora do casamento é pecado? 

Ora, a questão é simples, porque o problema do pecado está na carne. Se tirar a carne da jogada, some o problema do pecado. 

 Na verdade, o verdadeiro nascido-de-novo, é aquele que já se despediu desta carne de pecado, e que por misericórdia e graça de DEUS recebe uma nova veste, um corpo glorificado, um novo corpo. 

Este novo corpo não peca mais. O novo nascimento não é esta conversão em que se presumem novos-nascidos os crentes fundamentados no Moisés e sua torá. 
Isto que temos chamado de conversão e novo nascimento é nada mais e nada menos que o surgimento de um novo-fariseu, novo-religioso, que sai de uma posição de pecador-ignorante ou pecador-confesso, ou ainda de pecador-arrependido para uma super-classe de novo-crente, com direitos especiais de se tornar e vir a se tornar assistente de acusação do diabo. 

Essa condição é otimizada quanto mais letrado e mais estudado nas leis do "Senhor" é o novo-fariseu. 

Voltando ao sexo, que é a questão, eu imagino as noites de insônia que Deus deve ter pensando na sexualidade de um bilhão de chineses que nunca ouviram falar do evangelho evangélico ou do evangelho católico, ou ainda de outros tantos indianos, africanos, americanos e brasileiros. 

Sexo? 
Homem e mulher os criou? 
Ou existiu uma história anterior omitida deliberadamente pelo contador de histórias? 
Foi assim desde o princípio? 

Seja lá o que tenha verdadeiramente acontecido no princípio, Jesus teria ordenado o amor. 

Pois o homem que anda em amor, não fode com o seu próximo, não fode consigo mesmo, não fode com sua parceira, não fode com seus filhos, isto para usar um linguajar bem popular e claro para todos. 

Felizes aqueles que em amor e sabedoria conseguem uma vida sexual equilibrada, uma vida de paixão e entrega com a mulher ou homem dos seus sonhos. Felizes aqueles que encontram um parceiro fiel. Felizes os que são felizes na fidelidade e no amor ao parceiro. 
Nem todos tem essa felicidade. Muitos estão na busca, outros nem querem mais buscar. Contentam-se em ir pelo caminho alimentando-se das espigas que caem pelo solo. 
A vida do descasado é dura. 

Um bom crente descasado oraria assim: Pai nosso que estás no céu…. Dá-nos o sexo de cada dia, dá-nos o afeto de cada dia, dá-nos o gozo de cada dia… e livra-nos do mal. 

No meu caso, Deus me supriu. Comi das migalhas que sobejavam. Não subi ao leito do meu próximo ainda que tenha tido a oportunidade, e não sou melhor do que ninguém por isso. Hoje já não preciso das migalhas, e credito também a Deus essa bênção. 

Finalizando, uma pessoa que se sabe salva e perdoada por Deus é honesta consigo mesma, sabe que é pecadora e que não há nela virtude alguma. 

Essa pessoa tenta amar ao seu próximo, ocasião na qual ela não peca.
Resumo da novela: Ama ao teu próximo. 

sábado, 4 de setembro de 2010

Arca de Noé

Eu queria saber o que é essa Arca de Noé.

A versão do Caim não me serve.

Sei que tem algo a ver com

Jonas
Pedro
Moisés
O Endemoninhado que cai na água e no fogo.

Mas o PAI não deu sua "versão" da história.

O PAI não tem versão pra dar.

Já o velho e antiquíssimo fariseu, principal dos fariseus, respeitado fariseu, fariseu convertido, legalista e cobrador de impostos, não apenas tem versões a apresentar com nomes falsos e indentidades falsas, mas tem milhares de interpretações.

Realmente eu queria saber os fatos.

domingo, 29 de agosto de 2010

PANGEA, PETRÓLEO E LENDAS JUDAICAS


De algum lugar no universo relativo alguém testemunhou a conformação do planeta, a divisão da pangea, as eras glaciais, e até os cataclismos provocados por paradas do planeta no giro em seu próprio eixo, mencionados em episódios figurativos relatados na Bíblia, ou Escrituras, como prefiro denominar.

Num desses episódios, o sol pára em um ponto no céu. Em outro, o sol não só pára, como retrocede 10 graus, voltando a girar, conforme relato conhecido como o retrocesso da sombra no relógio de Acaz. Uma verdadeira história da carochinha contada para boi dormir.

Óbviamente, o sol não parou. Se algo parou foi a terra, que parou de girar sobre seu próprio eixo.
E se isso ocorreu, não sobrou ninguém para contar a história, a não ser que aquele que está contando a história, estivesse observando de fora do planeta e fosse um velho imortal.

Esse episódio não ocorreu na história recente de Israel, como é descrito e mentido nos livros, mas deve ter ocorrido nos primórdios da criação do planeta.

Mas há algo além da Escritura que conta essa história. Um relato geológico. Esse algo é apenas um dos efeitos que comprovam a existência desses acontecimentos em passado remoto: o petróleo.

Para ser formado, o petróleo requer matéria orgânica, elevadíssimas temperaturas e pressões combinadas.
Se o planeta teve em seus primórdios, como consta nas Escrituras, uma porção seca e uma porção líquida, isso confere com o que imaginam os pesquisadores e cientistas em geral acerca da existência primordial da chamada Pangea.

Segundo essa hipótese da existência da Pangea, aceita pela comunidade científica, durante bilhões e milhões de anos de sedimentos e atividade vulcânica e sísmica, as placas continentais foram se separando centímetros por ano, e o petróleo foi se formando a partir de sedimentos.

Ora, isto no entanto, é um absurdo, por que milhões de anos de sedimentos não provocam repentino aumento de pressão e temperatura, e a matéria orgânica simplesmente ficaria decomposta em suas formas mais básicas.

Mas, a Escritura, como toda ela, inclusive o NT, contrariamente ao que desejam e advogam os literalistas e fundamentalistas, é uma grande parábola, uma grande charada, uma grande alegoria, uma versão alegórica de fatos imemoriais e que por não declarar sua natureza e inspiração verdadeiras acaba por se tornar um manual religioso de regras de fé e práticas, idolatrada e seguida por toda a sorte de fundamentalistas apegados irremediavelmete à letra morta

Pois o Moisés, o cara que sabe mais da missa que todos os outros, mas deliberadamente não conta a verdade, no livro de Gênesis, lança uma luz, um indício, sobre o que teria acontecido ao planeta em seus primórdios.

Tais paradas na rotação do planeta, sendo que uma delas um retrocesso de 10 graus, ou duas horas, implica em uma absoluta revolução na superfície e nas entranhas do planeta.

Implica necessariamente no afloramento do magma das profundezas, da instantânea submersão nesse magma de toda a pangeática floresta e seus animais imensos, implica na repentina formação de cordilheiras, de fossas marinhas, e mais, na fragmentação da pangea nos grandes continentes e nas placas tectônicas que ainda hoje se movem ao sabor de suas pressões internas. Tudo isso numa questão de horas.

O que teria causado tal fenômeno, ou as causas naturais que poderiam explicar tais acontecimentos não são nem relatadas nem citadas nas Escrituras do velho e astuto Moisés.

Segundo sua versão dos fatos, apenas é dito que isso foi intervenção “Divina” a fim de favorecer o Povo de “ISRAEL”. Se por um lado, significou morte e destruição, por outro significou vida e riqueza, tudo isso confirmando o caráter alegórico e enigmático das Escrituras, que indicam acontecimentos paralelos ocorridos desde a fundação do mundo, no presente século.

Tais fenômenos na rotação da terra, sugeridos ou indicados na Escritura, viabilizaram o Planeta Terra para a habitação do Homo Sapiens.

Viabilizaram tanto do ponto de vista da geografia, como do suprimento de riquezas minerais, como no ajuste da rotação do Planeta para uma velocidade compatível com a subsistência tanto do homo-sapiens como dos animais, muito embora possívelmente tenha inviabilizado a existência dos grandes animais.

A sobrevivência de algumas espécies ou extinção de outras também parece dever-se à intervenção de inteligências superiores, alienígenas, anteriores à existência do homem no planeta.

A arca de Noé, não deixa também de ser uma grande referência e alegoria a acontecimentos universais absolutamente fora de nossas percepções do universo relativo. As mitologias e sabedorias ancestrais dão margem a supor que da missa, muito pouco foi contado.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

AC/DC

Esta é a grande mentira do diabo!

Antes e depois de Cristo.

Ele é ETERNO, o princípio e o fim. Alfa e Ômega, princípio e fim.


Que sutil e inteligente mentira. A cristandade caiu como um pato.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Ocultismo e o Absoluto

Os apaixonados pela letra morta, amaram mais as trevas do que a Luz. Preferiram Moisés ao tal Jesus, pelo menos a versão light do mesmo contada em prosa e verso nos evangelhos canonizados pelo clero. Essa é a acusação que paira sobre os Judeus e sobre qualquer outro que não se submeta às ameaças e maldições do novo deus hebreu, a saber o Jesus de Nazaré.
A busca do oculto, dos segredos ocultos, o ocultismo é coisa ruim. Nefasto em todas as instâncias do ser humano.
Moisés foi criado nas ciências ocultas do "Egito".
Nossa busca deve ser a busca da VERDADE.
Ora, a VERDADE é O DEUS ABSOLUTO
O resto, é mentira e engano, ainda que se chame, Jesus, Mateus, Marcos, Lucas, João, Pedro ou Paulo.
Discernir na alma e na mente a suficiência do DEUS ETERNO E ABSOLUTO no tempo, fora do tempo, no espaço e fora do espaço,  é a chave para derrubar toda a mentirada escriturística que assola e impede os adoradores da escritura de perceberem o engano que os assola e os torna escravos do deus das religiões baseadas em escrituras.
Quando discernimos a VERDADE, então as trevas e o oculto ficam expostos à LUZ daquele no qual não há a menor sombra e a menor treva.
Os seguidores de Moisés preferiram as trevas. E não cai a ficha... A ficha não cai simplesmente porque  por todas as premissas religiosas do seguidor da bíblia, é impossível acreditar que as próprias escrituras são as trevas.
Não estou procurando verdades no oculto.
Mas percebo que o oculto conta as suas "verdades" e suas versões dos fatos.
Não há nada no ocultismo que não objetive o engano, a mentira e a dominação sobre as ovelhas cegas e idiotizadas pelos catecismos e manuais de religião.
Mas a LUZ da VERDADE, seja qual for a treva que exista, a dissipa e é capaz de revelar toda a mentira e todo o engano, e isso inclui todos os heróis evangélico/judaicos idolatrados, seguidos e sacralizados pelos incautos seguidores da escritura.