segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Internet, Caio Fábio, Bênção e Maldição

Internet, Caio Fábio, Bênção e Maldição


Escrevi este texto faz bastante tempo. Hoje resolvi publicar.
Pois é.
Quero aproveitar esta pequena oportunidade para fazer algumas considerações acerca do uso da internet, do Orkut e de Fóruns virtuais no processo de congraçamento, de troca de idéias e de interação entre crentes em Jesus Cristo.

Quando resolvi me libertar das “igrejas”. em meio a grandes dúvidas e questionamentos, fui para a internet.

Em sites religiosos e grupos de discussão, bem como fóruns de debates, perguntas e respostas sobre assuntos bíblicos eram postados por milhares de pessoas interessadas.

Respondiam às perguntas, pessoas de toda a sorte de entendimento, doutrina ou conhecimento: católicos, espíritas, evangélicos em geral, ateus, agnósticos, desviados, bagunceiros, satanistas, afro-religiosos em geral.

Aqueles fóruns de debates eram uma tomografia computadorizada do pensamento acerca das questões complicadas do Cristianismo e da religião.

Perguntas do tipo “dúvidas”, como quem teria sido a mulher de Caim, centenas do tipo de dúvidas sobre o que é pecado e tipos de pecados, perguntas doutrinárias, perguntas sobre interpretações bíblicas, questionamentos sobre a veracidade e inerrância bíblica, perguntas abordando costumes, sexualidade, o que pode e o que não pode e religiões em geral.

As comunidades de debates atraíam muitos pensadores com formações distintas, gente capacitada e entendida que nunca deixava uma pergunta sem resposta. De fato, Nesses fóruns o perguntador, via-de-regra, tinha a sua resposta pronta. Mas, democrático como é o meio, jamais aquela pergunta ficava sem resposta e as respostas sem contestação ou concordância.

Debates intermináveis aconteciam em torno de temas como mariolatria, homossexualismo, espiritismo e sexualidade, para citar os campeões de participação.

Fiquei um ano, participando diariamente dos debates, quando finalmente veio à luz o tema deste livro.
Como pode haver dezenas, centenas, milhares de opiniões diferentes, a maioria delas com base bíblica?
Quando um assunto era tratado ou esclarecido filosófica e logicamente e não havendo possibilidade de contestação, surgia invariavelmente a pergunta fundamentalista: Qual a base bíblica?

Para os religiosos fundamentalistas, tudo era explicado e justificado em base bíblica. Para os sábios e pensadores, fossem crentes, ateus, agnósticos ou descrentes, o fundamentalismo exacerbado era um prato cheio para a contestação inteligente. A realidade nesses debates se impunha à teoria, à teologia e à base bíblica.

O mérito e curiosidade desses fóruns não está nas certezas que se obtém da sua leitura, mas na visão da pluralidade das certezas que se observa em cada participante.

Em debates dessa natureza, ninguém é excluído por pensar diferente, ninguém é proibido de opinar e ninguém acaba por dar a sua versão sozinho sem contestação, como sucede nos púlpitos das denominações, onde apenas a versão denominacional ou pastoral vale, onde os dissidentes são convidados a se retirar, permanecendo apenas a massa doutrinada e concordina.

Quando se está numa igreja, se é doutrinado por aquilo que a liderança dela acredita. Segue-se a visão do líder, da Denominação, da Convenção, do Presbitério do Bispo ou do Apóstolo. Quando surge uma dúvida, o líder ou pastor, responde aquilo que ele acredita e com base no que ele aprendeu e entende. Não importa se ele tem um ou cinqüenta anos de convertido. Isto é um fato.

Pouquíssimas pessoas têm a oportunidade de vislumbrar outra realidade do que aquela na qual estão inseridas. Tem gente que está a décadas ouvindo sempre a mesma pregação, os mesmos argumentos e as mesmas idéias. Era o que acontecia comigo.
Então não adianta eu perguntar para um Pastor da Igreja Beltrana sobre um problema que eu possa ter. Eles vão sempre responder que é um encosto. (generalização ilustrativa). Cada denominação traz respostas aos seus seguidores, segundo os seus próprios entendimentos e leituras.
Já o povo, não sabe viver em liberdade. Nem em liberdade de pensamento nem em liberdade de consciência diante de Deus.

Então prefere viver sob a autoridade de leis que são aplicadas e auto-aplicadas através da interpretação ou leitura direta de textos bíblicos.
Da mesma ou pior forma, prefere e é levado a viver sob autoridade de homens e mulheres que advogam para si autoridade apostólica ou pastoral por terem dons ou conhecimento maior da “Bíblia”, ou por simplesmente acreditarem em outra mentira biblicamente baseada conhecida como princípio da autoridade pastoral pregada às raias da exaustão em quase todos os agrupamentos do tipo piramidal/celular.

Dessa forma, acabam por não obter a libertação assegurada por Cristo, trocando uma forma de jugo por outra.

Ao abrir o leque das informações e poder ver as centenas e milhares de opiniões diferentes e de expor entendimentos próprios naquilo que me motivava, pude rever alguns conceitos, firmar outros, mas, principalmente, discernir a raiz primária de todos os enganos, desentendimentos, inconsistências e bizarrices que poluem a mensagem do Evangelho. A maioria dos textos e argumentos aqui expostos é fruto de um lento e longo processo de discernimento e elaboração nos intermináveis debates na internet.
Aqui quero considerar sobre o Caio Fabio Site e sobre a comunidade do Caio no Orkut.

O Caio estabeleceu o site como sua plataforma de trabalho e seu púlpito preferido, e ali ele tem ministrado aquilo que lhe foi dado como entendimento. Ali no site ele diz o que quer e não se obriga a ouvir nada, pois ouve e lê apenas o que quer, e isso é seu direito a considerar seu histórico, sua experiência e autoridade conquistada.

Na prática ele não difere de outros lideres que possuem seus próprios rebanhos e ministram suas idéias e entendimentos acerca da escritura. O que diferencia o Caio dessa turma é o fato de que este não usa seu púlpito para ser sacerdote dos outros, para impor idéias e doutrinas, bem como jugos e dominações.
Isto porque não se utiliza do instrumento “igreja” que é o cavalo de batalha de todos os outros para a consecução de seus objetivos, nem se utiliza de uma falsa interdenominacionalidade para colocar seus ovos em ninho alheio, como algumas cobras e pássaros fazem. http://www.youtube.com/watch?v=Vi4sT1tB3po
Falta-lhe por esse motivo, a força corporativa que impele os movimentos a erguerem suas próprias torres em direção ao Céu.

O site é , portanto, o bastião, o forte apache do Caio. Sites, no entanto, não geram fidelidade e competem com milhares de outros sites e distrações virtuais, e servem por algum tempo ou pouco tempo para as atenções do internauta.

As igrejas e congregações tendem a perenizar a atenção das pessoas, pois alem do conteúdo denominacional e doutrinário, carregam as relações pessoais como fator aglutinador.
O Caminho, da forma que é proposto, não pelo Caio, mas por Cristo, é uma utopia, pois as pessoas querem um rei. As pessoas querem relho nas costas. Tal é o povo.

O Orkut, Comunidade Caio Fábio Leitores e Ouvintes, de fato, é um Fórum. O Caio não gosta dele, porque ele não está a fim de debater nada.

Orkut pegou aqui no Brasil. Em outros países são outros sites do tipo que prevalecem. No passado as formas de comunicação eram primitivas, depois veio a escrita, depois a imprensa, depois o rádio, depois a televisão. Hoje, com o advento da internet, a comunicação se tornou interativa e multidirecional, onde podemos ter cada um o seu próprio canal de vídeo e áudio alem dos canais gráficos.
Dessa forma, considerar estes meios como infantis ou adolescentes é direito do Caio, mas não muda uma realidade comportamental, nem anula as estatísticas dos perfis de público que compõe as comunidades virtuais.

Dessa forma, temos sete mil membros numa comunidade cujo similar para o Silas Malafaia tem cento e quarenta mil.

Nem todos são seguidores do Caio e nem todos são seguidores do Silas. Nem o Caio nem o Silas parecem preocupados com esse público, e nem sei se deveriam parecer ou estar.
Do total de participantes de comunidades virtuais, talvez 5% são membros ativos e participantes. Via de regra, os fóruns de debates acabam por ser o ponto de contato entre os membros e os assuntos polêmicos um fator de integração ou de quebra pau.

O que percebo é que os fóruns atraem os pensadores, e por isso, são atraídas para a comunidade pessoas que não participam necessariamente de alguma Estação do Caminho, mas de pessoas que de alguma forma lêem ou se interessam pela obra e pelo testemunho do Caio.

Isto não os torna servis e babaovos do Caio e também não os torna discípulos e seguidores.
Volto a dizer, para mim a internet foi de grande libertação pois por ela saí debaixo dos jugos daqueles que pensavam por mim e discerniam as coisas por mim.

Não pretendo nesta comunidade ensinar mais do que aprender, mas pela liberdade de professar aquilo que entendo e do que obtenho revelação, vou permanecendo aqui e compartilhando, sempre ansioso por ouvir algo que me acrescente.

No meio de debates fúteis, ou de brincadeiras terapêuticas, mas principalmente nos tópicos e debates sérios e profundos, tenho recebido palavras de sabedoria de alguns anônimos, de alguns fakes, de discípulos do Caio, e do próprio Caio, através de citações. A virtualidade tem seu lado bom.
Já pratiquei orkuticídio uma vez, diante da malignidade que pode emanar desta mídia. Voltei um pouco mais precavido e das comunidades que participo, mantenho ainda atividade apenas por aqui, onde tenho me edificado.
No momento que esgotar o meu tempo, me afastarei novamente para seguir outro curso de interatividade.

O tempo chegou, o orkuticídio aconteceu. Estou usando o blog para comunicar. Continuo lendo a comunidade, continuo aprendendo.

Estou escrevendo acerca das alegorias, e saibam, jamais poderia imaginar o cenário que se descortina para aqueles que discernem os sete personagens primordiais da humanidade.
Haja inspiração e revelação.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Carta aberta à Comunidade Caio Fábio Leitores e Ouvintes

Internet, Caio Fábio, Bênção e Maldição


Escrevi este texto faz bastante tempo. Hoje resolvi publicar.
Pois é.
Quero aproveitar esta pequena oportunidade para fazer algumas considerações acerca do uso da internet, do Orkut e de Fóruns virtuais no processo de congraçamento, de troca de idéias e de interação entre crentes em Jesus Cristo.

Quando resolvi me libertar das “igrejas”. em meio a grandes dúvidas e questionamentos, fui para a internet.

Em sites religiosos e grupos de discussão, bem como fóruns de debates, perguntas e respostas sobre assuntos bíblicos eram postados por milhares de pessoas interessadas.

Respondiam às perguntas, pessoas de toda a sorte de entendimento, doutrina ou conhecimento: católicos, espíritas, evangélicos em geral, ateus, agnósticos, desviados, bagunceiros, satanistas, afro-religiosos em geral.

Aqueles fóruns de debates eram uma tomografia computadorizada do pensamento acerca das questões complicadas do Cristianismo e da religião.

Perguntas do tipo “dúvidas”, como quem teria sido a mulher de Caim, centenas do tipo de dúvidas sobre o que é pecado e tipos de pecados, perguntas doutrinárias, perguntas sobre interpretações bíblicas, questionamentos sobre a veracidade e inerrância bíblica, perguntas abordando costumes, sexualidade, o que pode e o que não pode e religiões em geral.

As comunidades de debates atraíam muitos pensadores com formações distintas, gente capacitada e entendida que nunca deixava uma pergunta sem resposta. De fato, Nesses fóruns o perguntador, via-de-regra, tinha a sua resposta pronta. Mas, democrático como é o meio, jamais aquela pergunta ficava sem resposta e as respostas sem contestação ou concordância.

Debates intermináveis aconteciam em torno de temas como mariolatria, homossexualismo, espiritismo e sexualidade, para citar os campeões de participação.

Fiquei um ano, participando diariamente dos debates, quando finalmente veio à luz o tema deste livro.
Como pode haver dezenas, centenas, milhares de opiniões diferentes, a maioria delas com base bíblica?
Quando um assunto era tratado ou esclarecido filosófica e logicamente e não havendo possibilidade de contestação, surgia invariavelmente a pergunta fundamentalista: Qual a base bíblica?

Para os religiosos fundamentalistas, tudo era explicado e justificado em base bíblica. Para os sábios e pensadores, fossem crentes, ateus, agnósticos ou descrentes, o fundamentalismo exacerbado era um prato cheio para a contestação inteligente. A realidade nesses debates se impunha à teoria, à teologia e à base bíblica.

O mérito e curiosidade desses fóruns não está nas certezas que se obtém da sua leitura, mas na visão da pluralidade das certezas que se observa em cada participante.

Em debates dessa natureza, ninguém é excluído por pensar diferente, ninguém é proibido de opinar e ninguém acaba por dar a sua versão sozinho sem contestação, como sucede nos púlpitos das denominações, onde apenas a versão denominacional ou pastoral vale, onde os dissidentes são convidados a se retirar, permanecendo apenas a massa doutrinada e concordina.

Quando se está numa igreja, se é doutrinado por aquilo que a liderança dela acredita. Segue-se a visão do líder, da Denominação, da Convenção, do Presbitério do Bispo ou do Apóstolo. Quando surge uma dúvida, o líder ou pastor, responde aquilo que ele acredita e com base no que ele aprendeu e entende. Não importa se ele tem um ou cinqüenta anos de convertido. Isto é um fato.

Pouquíssimas pessoas têm a oportunidade de vislumbrar outra realidade do que aquela na qual estão inseridas. Tem gente que está a décadas ouvindo sempre a mesma pregação, os mesmos argumentos e as mesmas idéias. Era o que acontecia comigo.
Então não adianta eu perguntar para um Pastor da Igreja Beltrana sobre um problema que eu possa ter. Eles vão sempre responder que é um encosto. (generalização ilustrativa). Cada denominação traz respostas aos seus seguidores, segundo os seus próprios entendimentos e leituras.
Já o povo, não sabe viver em liberdade. Nem em liberdade de pensamento nem em liberdade de consciência diante de Deus.

Então prefere viver sob a autoridade de leis que são aplicadas e auto-aplicadas através da interpretação ou leitura direta de textos bíblicos.
Da mesma ou pior forma, prefere e é levado a viver sob autoridade de homens e mulheres que advogam para si autoridade apostólica ou pastoral por terem dons ou conhecimento maior da “Bíblia”, ou por simplesmente acreditarem em outra mentira biblicamente baseada conhecida como princípio da autoridade pastoral pregada às raias da exaustão em quase todos os agrupamentos do tipo piramidal/celular.

Dessa forma, acabam por não obter a libertação assegurada por Cristo, trocando uma forma de jugo por outra.

Ao abrir o leque das informações e poder ver as centenas e milhares de opiniões diferentes e de expor entendimentos próprios naquilo que me motivava, pude rever alguns conceitos, firmar outros, mas, principalmente, discernir a raiz primária de todos os enganos, desentendimentos, inconsistências e bizarrices que poluem a mensagem do Evangelho. A maioria dos textos e argumentos aqui expostos é fruto de um lento e longo processo de discernimento e elaboração nos intermináveis debates na internet.
Aqui quero considerar sobre o Caio Fabio Site e sobre a comunidade do Caio no Orkut.

O Caio estabeleceu o site como sua plataforma de trabalho e seu púlpito preferido, e ali ele tem ministrado aquilo que lhe foi dado como entendimento. Ali no site ele diz o que quer e não se obriga a ouvir nada, pois ouve e lê apenas o que quer, e isso é seu direito a considerar seu histórico, sua experiência e autoridade conquistada.

Na prática ele não difere de outros lideres que possuem seus próprios rebanhos e ministram suas idéias e entendimentos acerca da escritura. O que diferencia o Caio dessa turma é o fato de que este não usa seu púlpito para ser sacerdote dos outros, para impor idéias e doutrinas, bem como jugos e dominações.
Isto porque não se utiliza do instrumento “igreja” que é o cavalo de batalha de todos os outros para a consecução de seus objetivos, nem se utiliza de uma falsa interdenominacionalidade para colocar seus ovos em ninho alheio, como algumas cobras e pássaros fazem. http://www.youtube.com/watch?v=Vi4sT1tB3po
Falta-lhe por esse motivo, a força corporativa que impele os movimentos a erguerem suas próprias torres em direção ao Céu.

O site é , portanto, o bastião, o forte apache do Caio. Sites, no entanto, não geram fidelidade e competem com milhares de outros sites e distrações virtuais, e servem por algum tempo ou pouco tempo para as atenções do internauta.

As igrejas e congregações tendem a perenizar a atenção das pessoas, pois alem do conteúdo denominacional e doutrinário, carregam as relações pessoais como fator aglutinador.
O Caminho, da forma que é proposto, não pelo Caio, mas por Cristo, é uma utopia, pois as pessoas querem um rei. As pessoas querem relho nas costas. Tal é o povo.

O Orkut, Comunidade Caio Fábio Leitores e Ouvintes, de fato, é um Fórum. O Caio não gosta dele, porque ele não está a fim de debater nada.

Orkut pegou aqui no Brasil. Em outros países são outros sites do tipo que prevalecem. No passado as formas de comunicação eram primitivas, depois veio a escrita, depois a imprensa, depois o rádio, depois a televisão. Hoje, com o advento da internet, a comunicação se tornou interativa e multidirecional, onde podemos ter cada um o seu próprio canal de vídeo e áudio alem dos canais gráficos.
Dessa forma, considerar estes meios como infantis ou adolescentes é direito do Caio, mas não muda uma realidade comportamental, nem anula as estatísticas dos perfis de público que compõe as comunidades virtuais.

Dessa forma, temos sete mil membros numa comunidade cujo similar para o Silas Malafaia tem cento e quarenta mil.

Nem todos são seguidores do Caio e nem todos são seguidores do Silas. Nem o Caio nem o Silas parecem preocupados com esse público, e nem sei se deveriam parecer ou estar.
Do total de participantes de comunidades virtuais, talvez 5% são membros ativos e participantes. Via de regra, os fóruns de debates acabam por ser o ponto de contato entre os membros e os assuntos polêmicos um fator de integração ou de quebra pau.

O que percebo é que os fóruns atraem os pensadores, e por isso, são atraídas para a comunidade pessoas que não participam necessariamente de alguma Estação do Caminho, mas de pessoas que de alguma forma lêem ou se interessam pela obra e pelo testemunho do Caio.

Isto não os torna servis e babaovos do Caio e também não os torna discípulos e seguidores.
Volto a dizer, para mim a internet foi de grande libertação pois por ela saí debaixo dos jugos daqueles que pensavam por mim e discerniam as coisas por mim.

Não pretendo nesta comunidade ensinar mais do que aprender, mas pela liberdade de professar aquilo que entendo e do que obtenho revelação, vou permanecendo aqui e compartilhando, sempre ansioso por ouvir algo que me acrescente.

No meio de debates fúteis, ou de brincadeiras terapêuticas, mas principalmente nos tópicos e debates sérios e profundos, tenho recebido palavras de sabedoria de alguns anônimos, de alguns fakes, de discípulos do Caio, e do próprio Caio, através de citações. A virtualidade tem seu lado bom.
Já pratiquei orkuticídio uma vez, diante da malignidade que pode emanar desta mídia. Voltei um pouco mais precavido e das comunidades que participo, mantenho ainda atividade apenas por aqui, onde tenho me edificado.
No momento que esgotar o meu tempo, me afastarei novamente para seguir outro curso de interatividade.

O tempo chegou, o orkuticídio aconteceu. Estou usando o blog para comunicar. Continuo lendo a comunidade, continuo aprendendo.

Estou escrevendo acerca das alegorias, e saibam, jamais poderia imaginar o cenário que se descortina para aqueles que discernem os sete personagens primordiais da humanidade.
Haja inspiração e revelação.

sábado, 31 de janeiro de 2009

Roberta Close X Esquizofrenia Evangélica



Este texto foi escrito por mim a propósito da preocupação dos evangélicos em que fazer se a Roberta Close se "convertesse".
Grande é o engano desta religião presunçosa da salvação por qualquer mérito humano, seja ele de entendimento, compreensão, aceitação ou mudança de vida ou de atitude ou ainda de sexualidade.
A imposição da conversão é uma temática recorrente na doutrina condenatória da escritura.
Volto a dizer a todos os amados que tem me lido.
A Raiz do engano é a versiculatria legalista e condenatória. Errais não conhecendo as escrituras nem o poder de Deus, teria dito Jesus.
Ora, quem discerne as escrituras sempre vai saber que a condenação é certa não só para as Robertas Closes da vida, mas também para os mais farisaicos e alvos crentes, carolas e puros. 
Quem discerne o poder do verdadeiro Deus, sabe que ele tem poder para não só perdoar pecados como para purificar todos os impuros, tirar a cegueira de todos os cegos e curar a paralisia dos "coxos".
Este cristianismo babilônico e bibliânico não discerniu nem as escrituras nem o poder de Deus, nem o falso deus nem os malignos que falam por Deus, e o que vemos é um tópico como este. 
Louvo a Deus por ter discernido estas coisas para poder testemunhar para muitos de vocês que são líderes e tem responsabilidade sobre muitas ovelhas, e tem imposto jugos sobre elas que nem vocês podem carregar.
Quem converte é o DEUS ABSOLUTO. Conversão acontece quando O DEUS ABSOLUTO transforma a humanidade de um corpo pecador para um corpo glorificado e sem pecado. Quando ele absolutiza o que se havia relativizado. A salvação absoluta, a obra perfeita de redenção e reconciliação.
Roberta Close é uma parábola. 
O cristianismo vigente é a própria Roberta Close. 
Pior, cristianismo fundamentalista é uma Rogéria da vida, é um travesti. É um pecador travestido de santinho, catequizado, reprimido, contido por uma moralidade cristã medíocre e camaleônica
"Cristão" é pecador e incapaz de qualquer pureza e santidade, e se auto impõe e impõe aos outros a santidade e troca de identidade. Bem igualzinho à troca de sexualidade. 
Não, meus irmãos. Não sejamos patrocinadores da bipolaridade e esquizofrenia evangélica. Não sejamos travestis espirituais. Não sejamos transexuais espirituais. 
Quem discernirá a Graça de Deus sobre a humanidade? 
Quem discernirá o perdão global de 70 x 7 que o Jeová ignora solenemente?
Quem discernirá o EVANGELHO?
Quem deixará a Babilônia e fugirá dos lobos devoradores de ovelhas?
Quem discernirá sua condição de pecador congênito e aceitará a graça para si mesmo? 
Quem discernirá a condição de pecado da humanidade e aceitará a graça para os outros?
Quem há de andar em verdadeira liberdade?
Quem há de rejeitar os jugos da religião, do Jeová e do Cristo?
Não meus caros. Não é Roberta Close que aceita a Cristo. É O DEUS ABSOLUTO que não precisa de filho híbrido, que aceita a Roberta Close, bem do jeitinho que ela é, e é feminina na sua essência, ou seja, um transsexual.
O brabo mesmo é ELE aceitar os bizarros travestis góspels, os transformistas evangélicos, os lobos vestidos de ovelhas, os comedores de ovelhas, os que se vestem de pele de ovelha, as ovelhas gordas que se alimentam das ovelhas magras . 
O difícil é ELE aceitar aqueles que assumem para si mesmos a tarefa do PASTOR, o título do PASTOR, a responsabilidade do PASTOR sem ao menos cogitar que Pastor é em sua essência um indivíduo que vive das ovelhas, come carne de ovelha, se veste com pele de ovelha, que comercializa a ovelha, por isso cuida tanto delas.
Mas quem questionará a bondade desse pastor que um dia volta com uma foice para ceifar a ovelhada toda? 
Quem é esse pastor?  
Pois no dia D o DEUS ABSOLUTO faz o grande milagre. Tira todo a humanidade lá do "Egito" lá a prisão onde foi parar, lá da mão do "Faraó", da fornalha sobremodo acesa, do quinto dos infernos, por melhor dizer. 
No dia "D", os tempos relativos acabam, o espaço que é parte da prisão se acaba, a matéria relativa é absolutizada. O verdadeiro Deus verdadeiramente reconcilia todas as coisas absolutizando-as. O falso, quer criar um império relativo para si, prometendo ouro prata e muita paz. Que grande engano se abate sobre esta religião cristã.
Ainda bem que tudo isso está acabando.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Igreja com Propósitos

Igreja com Propósitos

Tenho observado o movimento Igreja com propósitos de Rick Warren e até tenho o livro pois alguns amigos Batistas tentaram me envolver nas primeiras lições do movimento que se chamavam 40 dias com propósitos, ou qualquer coisa parecida.

Como àquela época eu já tinha alguma quilometragem, zanzando por denominações do tipo: Universal, RR, Renascer e outras, aquilo me pareceu apenas uma tentativa Batista de copiar técnicas de crescimento e estratégias de marketing dessas denominações que crescem como mato.

Fui a duas ou três reuniões apenas.

Depois vi a mesma estratégia sendo aplicada com outro nome dentro da igreja Adventista.

Vejo agora, com auxílio da internet, que o movimento é mais amplo e profundamente mais decidido a instalar em Igrejas de cunho tradicional e independente, algo que não lhes é muito peculiar, que é uma liderança corporativa externa,a saber: o poder centralizado.

Vejo autores mundialmente famosos, extrapolando as questiúnculas denominacionais e adquirindo unanimidade.

Folheio as páginas desses autores e vejo que é tudo lixo recheado de abobrinhas bacanas que os índios tupiniquins adoram trocar por seus baixos salários.

Milhões e milhões de dólares vão parar nos bolsos de tais autores abobraicos. A variedade servida é imensa. Tenho visto pessoas se vangloriarem de ter lido dezenas e centenas de livros evangélicos e religiosos.

Pois eu lhes digo que quanto mais livros leram piores se tornaram.

Tem abobrinha servida de todo o tipo. Em todas elas o farisaísmo é o tempero preferido. Uns mais explícitos e outros menos.

Fazem sucesso alguns autores que combatem o farisaísmo e a religiosidade. Tais autores nem ao menos discernem o que seja religiosidade.

Quando frequentei a Renascer em Cristo nos idos 2000 um prato servido com grande gosto pelo "Apóstolo" era a venda da não-religiosidade. Pasmem.

Ora, aquilo, bem como todos os cardápios denominacionais é feito na sua essência de religiosidade doentia e escravagista.

Não há quem pregue a liberdade em Cristo, pois se pregarem, terão que fechar as portas de suas igrejas.

Tenho frequentado fóruns de debate na internet. Meu objetivo não é fazer discípulos ou seguidores, pois estes seriam os últimos lugares a se tentar fazer algum discípulo.

Embora tenha feito meus desafios i para que se abandone a Babilônia, não tenho a menor presunção de que alguém venha a fazê-lo. Pelo menos nos sites fundamentalistas e denominacionais

Estou apenas tentando aprimorar o discernimento sobre a religiosidade vigente no meio "evangélico" para que se um dia tiver que anunciar o Reino, não repita os mesmos erros e caia nas mesmas armadilhas.

Portanto não se assustem pensando que vou criar algum tipo de igreja ou seita ou denominação para lhes fazer concorrência, pois já percebi que tais instituições servem mais ao diabo do que a Deus.

Da mesma forma que os poderes econômicos e políticos vão sendo organizados em blocos, os poderes religiosos vão sendo também sendo discreta e disfarçadamente organizados da mesma forma. Tudo isso faz parte de uma manobra muito bem arquitetada.

O fundamentalismo "cristão" e "islãmico" já percebeu a manobra e faz tempo que está gritando e esperneando.

Pois eu vos afirmo aqui que poucos há nesta terra, que anunciem a liberdade em Cristo ou qualquer outra liberdade.

Tanto o fundamentalismo como as perversões soft-light-neo evangélicas tem grande pavor da liberdade em Cristo, pois reconhecer a obra de redenção total e absoluta proporcionada pelo Sangue lhes retira o "poder e o dever" de aplicá-la em troca de dízimos e ofertas sem as quais é impossível a qualquer deles fazer a "obra".


Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Sobre a música




Alexandre pergunta:
Ronald,
Vc como lider de louvor, cantor e tecladista, se identificava mais com 
(marque com um x)
( ) André Valadão ( Hoje o teu MILAAAGREEE vai sair... )
( ) Toque no Altar ( Para DIREEI-TA, para ESQUER-DAA, para FREN-TEE...)
( ) Bispa Sônia Hernandez ( FO-GO CÁÁÁÁIII, FÓ-GO CÁÁÁÁI !!! )
* conta um pouquinho pra gentchi....
[rs]

Ronald: 
Não tinha nada disso. Não existia nada disso. A gente se inspirava em Heritage Singers, Grupo Elo, Vencedores por Cristo.
A grande moda eram os conjuntos vocais de 10 doze pessoas.
Louvor era hino cantado ao som de piano e órgão.
Eu fui pioneiro aqui na minha cidade nessa coisa de fazer shows com cara profi, com luz e som profissional.
Lembro que produzi uma mostra de Música Evangélica Inédita, consegui patrocinadores e um som e luz de primeira categoria.

Quando apagou a luz e o som comeu, a diretora do colégio Batista onde estávamos realizando o evento, mandou acender as luzes do auditório e baixar o som. Quase morri.
Naquela época criei um grupo no estilo banda. 5 caras, eu tocava um piano Fender Rhodes.
Cantávamos alguns sucessos da época, músicas nossas e algumas do Asaph Borba.
O Asaph com seu grupo Godfritson lançava seus primeiros LPs que são pioneiros no Brasil para o tipo de Som/Louvor que está aí hoje. 
Vi artistas "Gospel" de sucesso me afirmarem que nunca receberam direito autoral por conta da "obra de Deus" em CDs que chegavam a furar de tanto rodar nas Rádios Gospel. 
Ontem minha mulher me perguntou se eu tinha um sonho. Então ao ver a menina filipina Charisse cantando na Oprah (GNT) eu me lembrei de um sonho: 
Ter um piano de cauda na minha sala para tão somente tocar e cantar ao Deus Absoluto. Sem platéia, sem crítica, sem medo de errar. 
Faz anos que não tenho piano e faz anos que não canto e não toco.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

A mulher sábia edifica o lar... (cont entrevista)


Chico pergunta:
Caro Ronald, amado mano de fé !
Em Provérbios Salomão diz que a mulher sábia edifica o lar, mas a tola o destrói.
E de vez em quando eu ouço alguns afirmarem que por traz de um grande cara tem sempre uma grande mulher e que por traz de um cara ferrado tem sempre uma mulher ferrada.
Mano, você acha que isso é uma verdade absoluta ou existe a possibilidade de haver excessões?
Abraços para ti e para Liege !!!
Fuiiiiiiii!!!

Ronald responde:
Sábio Chico,
Salomão (sendo quem eu penso que era e é) era um cara esperto e falou bem.
A mulher tola ferra com o cara e com o lar, mas afirmar que por trás de um cara ferrado há uma mulher ferrada não vale.
Muitas e muitas vezes um cara ferrado tem atrás de si uma mulher dedicada e valente que carrega ele nas costas, do contrário ele estaria mais ferrado ainda.
E aqui vai o meu respeito a milhares e milhares de mulheres que seguram a onda em meio às crises financeiras, crises de emprego, crises de toda sorte pelas quais o ser humano passa.

"A religião é o ópio do povo" (cont entrevista)


Joailthon pergunta:
"A religião é o ópio do povo" - assim Karl Marx afirma!
O que ele quis dizer com isso:?
Ronald:
Religião: Ópio do povo
Nunca li nenhuma obra do Marx. Se li não me lembro de ter lido, talvez para algum trabalho da faculdade.
Mas o cara foi um pensador e tem suas razões.
deus (o diabo) instalou a religião para que os segredos do céu não fossem descobertos, por isso essa confusão dos diabos que impera nas religiões, inclusive a "cristã".
Não é o homem que vai a Deus.
É Deus que vem ao homem.
"Venha o teu REINO e seja feita a tua vontade" , e não a vontade do diabo ou as nossas vontades.

Qual sentimento tem sido evocado em vc? (cont entrevista)


Leandro pergunta:
Qual sentimento tem sido evocado em vc nos últimos dias?
Ronald: É um sentimento de certeza de que a graça absoluta deve ser anunciada a milhões de pessoas, e não é através de nada disso que conhecemos e que está institucionalizado e que se reproduz como câncer.