O grande problema do Lúcifer, o illuminado, é o filho que ele tem em "cadeias", em prisão. Tipo assim, um espinho na carne. Sabem o espinho? O fruto do espinheiro? Pois é...
A prisão é uma alegoria do inferno ou casa do diabo.
Esse
filho é o problema, pois apesar de ter puxado ao pai, o guri tem a
genética da mãe humana, e ele acaba por denunciar a safadeza entre o
Lúcifer e a Lilith (episódio da lenda do Herodes e da Herodias).
Este menino, o Caimzinho, é curado e perdoado, pois não tem culpa de ser filho do diabo.
Segundo a alegoria, e mesmo a lenda judaica, o Lúcifer ficou com a mulher rebelde e sensual, a primeira mulher do Adão.
Outra
alegoria a este casal maligno é o Davi e a Bate Seba... o Sanguinário e
a mulherzinha oferecida, a mulher sedutora. Grande articuladora esta
megera.
O filho deste casal maligno, e sanguinário, tipifica o
anticristo. O grande agraciado de toda a riqueza e poder que promete o
Lúcifer àqueles que prostrados o adoram.
O salomônico ocultista
e herói das sociedades secretas e ocultas, idolatrado pelos adoradores
do livro negro. O Salomão cujo templo construído às custas de jugos que
equivalem ao 666 é atribuído como casa do Deus verdadeiro.
Macacos me mordam se o Deus verdadeiro tem alguma coisa a ver com essa perversão da verdade.
Infelizmente a cristandade se nega a enxergar a mentirada luciferiana.
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